Blog Nerd do Liquuid

yxy plus



Aproveitei meu capote de bike e estudei um pouco mais de flash :) O resultado esta na nova versão do yxy, com novos bugs e jogabilidade melhorada. Estou negociando com a Marcia Leite a fundação de um estudio de game design além de desafios mútuos envolvendo animação, jogos e programação . Se pá vai rolar coisas interessantes em breve, até lá jogue yxy até a próxima versão :P

Sugestões nos comments please :)


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yxy



You vs You, mais um experimento em flash, tosco feio e difícil, só consegui fazer 100 pontos até agora preciso fazer umas melhorias pra tornar o game maos jogavel. Levei alguns minutos pra fazer , e algumas horas jogando heheh

Sugestões são bem vindas, e não se esqueçam eu não tenho a manha !


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Banco de dados do pacman



Pacman é o gerenciador de pacotes do archlinux, e como tudo no archlinux ele é simples e tosco (no bom sentido) . Ao contrario do RPM e dpkg que usam banco de dados binários, o pacman tem uma abordagem mais semelhante ao dos BSDs, mantendo as informações dos pacotes em arquivos TXT.

Essa abordagem também é utilizada no slackware, mas em sua implementação a solução é ainda mais tosca, no slack o installpkg guarda as informações em arquivos com o nome dos pacotes no diretório /var/log/packages, por exemplo : /var/log/packages/whois-4.7.21-i486-1 . O conteúdo desses arquivos no slackware é parecido como segue abaixo :


liquuid@aletta:/var/log/packages$ cat whois-4.7.21-i486-1 
PACKAGE NAME:     whois-4.7.21-i486-1
COMPRESSED PACKAGE SIZE:     39 K
UNCOMPRESSED PACKAGE SIZE:     150 K
PACKAGE LOCATION: /var/log/mount/slackware/n/whois-4.7.21-i486-1.tgz
PACKAGE DESCRIPTION:
whois: whois (whois directory client)
whois:
whois: This is an enhanced whois (RFC 954) client derived from the BSD and
whois: RIPE whois programs.  It can automatically select the appropriate
whois: whois server for most queries.
whois:
whois: This version of whois was written by Marco d'Itri
whois: For more information, see:  http://www.linux.it/~md/software/
whois:
whois:
whois:
FILE LIST:
./
usr/
usr/share/
usr/share/locale/
usr/share/locale/ru/
usr/share/locale/ru/LC_MESSAGES/
usr/share/locale/ru/LC_MESSAGES/whois.mo
usr/share/locale/no/
usr/share/locale/no/LC_MESSAGES/
usr/share/locale/no/LC_MESSAGES/whois.mo
usr/share/locale/el/
usr/share/locale/el/LC_MESSAGES/
usr/share/locale/el/LC_MESSAGES/whois.mo
usr/share/locale/ja/
usr/share/locale/ja/LC_MESSAGES/
usr/share/locale/ja/LC_MESSAGES/whois.mo
usr/share/locale/es/
usr/share/locale/es/LC_MESSAGES/
usr/share/locale/es/LC_MESSAGES/whois.mo
usr/share/locale/de/
usr/share/locale/de/LC_MESSAGES/
.
.
.
.
usr/doc/whois-4.7.21/COPYING
usr/man/
usr/man/man1/
usr/man/man1/whois.1.gz
install/
install/slack-desc

Arquivo possui apenas uma descrição completa do pacote, tamanho do pacote e a lista de arquivos instalados no sistema. Não há informações sobre dependências (ao contrario das crendices populares o slackware também precisa corrigir dependências) , num sistema slackware puro o usuário deve corrigir as depedências manualmente. Também não está registrado os checksums, o usuário deve checar a autenticidade dos pacotes que está instalando manualmente.

O pacman tem uma abordagem diferente, ele traz dois bancos de dados, um local e outro remoto (sync). Ambos ficam no diretório /var/lib/pacman/{local,sync}. O banco de dados local é populado com diretórios, um para cada pacote instalado, exemplo : yasm-0.7.1-1 . Dentro desse diretório encontramos três arquivos : depends , desc e files.

O arquivo depends traz informações sobre as dependências exemplo :


[liquuid@amakusa yasm-0.7.1-1]$ cat depends 
%DEPENDS%
glibc


O arquivo desc, traz informações como tamanho, empacotador etc...


[liquuid@amakusa yasm-0.7.1-1]$ cat desc 
%NAME%
yasm

%VERSION%
0.7.1-1

%DESC%
Yasm is a complete rewrite of the NASM assembler designed from the ground up to allow for multiple assembler syntaxes to be supported (eg, NASM, TASM, GAS, etc.)

%URL%
http://www.tortall.net/projects/yasm/

%LICENSE%
custom

%ARCH%
i686

%BUILDDATE%
1211487016

%INSTALLDATE%
1216511055

%PACKAGER%
AndyRTR_

%SIZE%
1623772

%REASON%
1


O arquivo files lista o conteúdo do pacote:


[liquuid@amakusa yasm-0.7.1-1]$ cat files 
%FILES%
usr/
usr/bin/
usr/bin/yasm
usr/include/
usr/include/libyasm-stdint.h
usr/include/libyasm.h
usr/include/libyasm/
usr/include/libyasm/arch.h
usr/include/libyasm/assocdat.h
usr/include/libyasm/bitvect.h
usr/include/libyasm/bytecode.h
usr/include/libyasm/compat-queue.h
.
.
.
usr/share/licenses/
usr/share/licenses/yasm/
usr/share/licenses/yasm/COPYING
usr/share/man/
usr/share/man/man1/
usr/share/man/man1/yasm.1.gz
usr/share/man/man7/
usr/share/man/man7/yasm_arch.7.gz
usr/share/man/man7/yasm_dbgfmts.7.gz
usr/share/man/man7/yasm_objfmts.7.gz
usr/share/man/man7/yasm_parsers.7.gz

O diretório sync traz informações parecidas para todos os pacotes oferecidos pelos servidores remotos. Dentro do sync existe um diretório para cada repositório, e dentro dele diretórios para todos os pacotes. Assim como nos pacotes instalados localmente os pacotes listados no diretório sync também tem suas propriedades descritas por arquivos, mas apenas : depends e desc. Mas com uma diferença básica. o arquivo desc possui um hash md5 para garantir a autenticidade do pacote.

Simples, tosco e funcional :0)


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AMD vs Intel - Cooler = fumaça :)



Esse é pros meus alunos de hardware :

É aquilo que todos sabemos, processadores Intel sem cooler reduzem o clock e "congelam", os AMD fritam ! No caso das AMD se o cooler parar uma boa placa mãe corta a energia do sistema, no caso do vídeo o dissipador foi retirado com o cooler funcionando, por isso a mobo não reagiu.

Já vi um caso real de um AMD fritar, um técnico inexperiente/relaxado não fixou o dissipador corretamente, e esse se soltou durante o transporte da máquina. Ao ligar o processador fritou, atingiu uns 300 graus e derreteu o soquete do processador na placa mãe, perda total.M

Atenção crianças !


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Arch Linux, os bons tempos voltaram ?



Minha história com o linux sempre foi meio conturbada mas durante muito tempo foi uma relação estável e saudável. Nunca fui fiel a uma única distribuição, sempre migrei para as versões mais novas conforme o release, naquela época não era possível baixar uma ISO da internet em um dia , dois ou uma semana :P

Eu comprava minhas distros na livraria temporeal , custava 10 reais cada CD... Minha primeira distro foi o Debian Potato, lixo completo, não reconhecia vídeo, áudio ou o meu modem... Depois comprei o Conectiva 5, ainda tenho o box, funcionou o vídeo mas nada de áudio ou modem. Então migrei pro mandrake, funcionou vídeo com aceleração 3d , som mas não o modem.

O slackware foi uma revolução, pois com ele aprendi a compilar o kernel, o que me abriu um mundo novo de possibilidades... Com ele deixei de ser refém do linux e tomei o controle, fiz aceleração 3D, som e após 6 meses o meu modem... Com isso aposentei o Windows 2000 que tinha na minha máquina e nunca mais usei sistemas da Microsoft pra algo além de jogar.

É claro que depois conheci, gentoo, redhat, LFS, fiz minhas próprias distros , fiz as pazes com o debian, odiei o ubuntu, mandei o debian pra PQP, conheci o fedora , abandonei o fedora , voltei pro gentoo .... Mas quero me ater ao Slackware pois ele me lembra muito o ArchLinux.

O slackware fez minha alegria pois todo o sistema deve ser configurado na mão, não existem configuradores automáticos ou scripts que ninguém sabe pra que serve. Um ótimo ambiente para aprendizado, ideal para quem tem máquina velha. Deixei de usar o slack por mais de 2 / 3 do meu sistema era composto de pacotes que eu mesmo fazia, o número de pacotes era tão grande que enchia 2 cds com pacotes TGZ, e olha que na época cabia o KDE e o GNOME inteiros em um único CD-ROM de 650 Mb. Junto com Roberto Parra, hospedamos boa parte desses pacotes no seu servidor e doamos para o site linuxpackages , naquela época não conhecia o coletivo Saravá , que possuem um dos maiores e melhores repositórios de pacotes slackware .

O que me incomodava no slack era o sistema de pacotes, que não tinha resolução de dependências ou upgrades, e levando em conta que gastava boa parte do meu tempo recompilando pacotes minha migração para o Gentoo foi natural . Nessa época o gentoo bombava, a politica era a de pacotes novos sempre... Mas esse espirito se foi com a saída de Daniel Robins a distro ficou abandonada e hoje está sem rumo.

O Arch linux ocupou esse espaço deixado pelo gentoo, com as vantagens do slack e do fedora, saca a política dos caras :
  • Pacotes recentes, custe o que custar, bem no estilo fedora
  • Sistema simples, com scripts de inicialização estilo BSD, como no Slackware
  • Pacotes binários com foco em desempenho apenas para i686 e x86_64, desempenho bom como no gentoo
  • Facilidade de criação de pacotes, como no slack
  • Instalação em TXT, com dialogos, muito simples, como no slack
  • Detecção automática de hardware de c* é r**a !!!
  • Gerenciamento de pacotes rápido e eficiente, resolvendo conflitos sem precisar de apt-get -f install , viva o Pacman !
  • Distro muito bem documentada como o Gentoo, e com ótimos cérebros nas listas... Diferente das listas do Ubuntu e Fedora que só tem n00b
A distro é muito legal, e é a distro geek que mais cresce atualmente ! Por incrivel que pareça ela tem foco em usabilidade, não estressa os nerds de plantão, acaba com os aborrecimentos tipicos de uma configuração/manutenção do slack . E não é recomendada para n00bs, vai usar Ubuntu seu lerdo !

Senti uma certa nostalgia ao usar o arch, e me lembrei dos bons tempos de quando usar o linux era uma experiência gratificantes ,educativa e divertida. Arch vem com muitos drivers proprietários nos repositórios e no CDROM, oque elimina a parte chata de usar uma distro tão simples.

Nas minhas próximas máquinas vou instalar Arch com certeza, e agora passa a ser minha recomendação de distro para o ano de 2008 ;-)


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Psi-Ops: The Mindgate Conspiracy (FreeWare)



Mais um game proprietário, que atenta contra a liberdade do conhecimento e a cultura livre. Esse game é meio que um FPS com tiros de poderes telecinéticos e pitadas de espionagem. Tipo um mix de MetalGear, Quake e X-MEN :)

O game é sustentado pelas propagandas dentro dele e seus 2 Gb podem ser baixados daqui.


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Marcha imperial com floppy drive



Deu no meio-bit

Loco hein ? To afim de fazer um !


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Indo pra guerra



to war



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Cruzador espacial



É a crise internacional :

Vader também pega transito



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Mac OS X pisa na bola



Eu sou um entusiasta do sistema da apple , e o Leopard me deixou tão satisfeito que não tive coragem até agora de particionar o HD do meu macbook pro pra instalar linux. O sistema praticamente não da trabalho, um update aqui e ali, raros travamentos, desempenho razoavel (linux assasina o OSX quando o assunto é desempenho e bateria), mas quando resolve me pentelhar faz bem feito.

Já formatei meu notebook 3 vezes, uma quando comprei, outra quando notei que após 3 migrações de notebooks estavam fazendo mal ao meu sistema ( do ibook pro powerbook e agora pro macbook), e agora por problemas com Utter Crap HFS .

Quando fiz o segundo format eu notei que meu sistema antigo estava configurado para ser Case-Insensitive, ou seja "Isso==iSSo". Como minha escola é Unix pra mim nada mais natural do que usar um sistema Case-Sensitive onde "iSSo é diferende de IssO", pena que os desenvolvedores de software pra plataforma não sabem disso. Logo após restaurar minhas tralhas do backup notei que meu Warcraft III - TFT não tava mais rolando, reclamava de arquivos faltando, fui corrigindo o case dos nomes dos arquivos um por um, e quando notei que eram centenas, fiz um script mas foi inútil pois a Engine do jogo não segue um padrão ao chamar os arquivos.... A minha solução foi criar uma imagem de disco Case- Insensitive e botar o game dentro. Deu certo, e a vida continuou.

Nas crises da vida, notei que se eu quiser ter um futuro conjulgal terei que lidar menos com a máquina e mais com sentimentos, emoções e arte. Então decidi voltar a desenhar e tentar a sorte profissionalmente no médio prazo... Então nada mais natural do que dominar as ferramentas básicas padrão do mercado. Domino bem o Gimp e o Inkscape, e sei que eles tem limites, mas nunca instalei um illustrator ou photoshop na vida e sei que eles tem virtudes. Após um interminavel download do site da Adobe quando fui instalar a versão Trial do Flash :

Pra não cair no problema do Warcraft a Adobe simplesmente limou o suporte ao HFS Case-sensitive, pensei comigo que seria possível usar a mesma estratégia do Warcraft, criando uma imagem de disco e jogando tudo dentro... Errei ! Tive que reformatar meu HD usando Case Insensitive pra evitar futuros problemas. O problema não tem outra solução, e segundou alguns MacAcos velhos que conheço esse tipo de incompatibilidade sempre rolou.

É como eu disse, quase não da trabalho, mas quando da normalmente é perda total :P


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Acessando o VirtualBox de fora



VirtualBox é um emulador de PCs,e assim como o VMware é capaz de criar máquinas virtuais que permitem rodar N sistemas operacionais ao mesmo tempo. A diferença entre os dois é que o VirtualBox é livre (possui versão paga) , e o vmware é totalmente fechado e caro. Ok, podem me chamar de traidor do movimento, mas o VMware comanda, em todos os sentidos ele é melhor que o VirtualBox, por isso sou beta tester e não pago por ele :P

O grande problema do VirtualBox é a dificuldade de se fazer coisas simples, como configurar uma Bridge entre o sistema real e o virtual, enquanto no vmware ou parallels tudo é ridiculamente simples, no virtualbox chega quase a ser um parto, duvida ?

O sistema usado para os testes foi o debian lenny , segue a instalação dos pacotes de bridge, estou assumindo que o seu virtualbox já está rolando :

apt-get install bridge-utils iproute iptables

Use os seguintes comando no terminal para ativar o bridge :

# Configurando a interface virtual Tap1
tunctl -t tap1 -u 
ip link set up dev tap1

No campo coloque o nome do usuário que vai fazer a ponte.

# Criando a ponte
brctl addbr br0
brctl addif br0 tap1

Finalmente arrumando os IPs:

# set the IP address and routing
ip link set up dev br0
ip addr add 10.1.1.1/24 dev br0
ip route add 10.1.1.0/24 dev br0

O IP 10.1.1.1 é o ip do Host que a máquina virtual vai usar como gateway, ou seja, sua máquina virtual vai ter que usar um ip da mesma rede do gateway.

Agora o mais divertido, configurando o iptables para rotear uma porta da máquina virtual para a máquina real :


echo 1 > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward
iptables -t nat -A  PREROUTING -i eth0 -p tcp -d xxx.xxx.xxx.xxx --dport 8080  -j DNAT --to  10.1.1.2:8080
iptables -A  FORWARD -i eth0 -p tcp -d xxx.xxx.xxx.xxx --dport 8080  -j ACCEPT

No lugar de xxx.xxx.xx.xxx.xxx use o IP da sua máquina real. Agora a porta 8080 da máquina virtual é acessível de fora, ou seja da porta 8080 máquina real

Pra finalizar, você deve configurar o seu VirtualBox para usar uma Host Interface nas configurações de rede, o Device a ser usado deve ser a tap1, e mais uma coxisse que deve ser corrigida, as permissões dos devices que o VirtualBox usa :

chmod 666 /dev/vboxdrv /dev/net/tun

Sem isso nada vai funcionar, alias o programa vai dar um erro -3100, mensagem nada intuitiva.

Na boa, VirtualBox é um programa muito mal acabado, sua interface aparentemente simples esconde verdadeiras armadilhas para um usuário comum ou alguém com pouco tempo livre para pesquisar em fóruns por soluções. Eu gastei umas duas horas lendo a documentação oficial em PDF e só perdi meu tempo. Apesar de tudo ele tem um desempenho decente, mas como disse, não é um software pronto, e com concorrentes como vmware e parallels sua viabilidade economica está correndo perigo.

E viva o qemu !!!


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Software separa notas músicais



DNA (direct note access) é o nome da tecnologia que permite alterar uma nota musical ou mesmo seu pitch. Você pode por exemplo pegar um mp3 polifônico e alterar o tom da guitarra, apenas , da guitarra . Imagine, alterar toda a melodia de uma música já pronta um sonho para quem mexe com áudio digital.

Não ! Não é software livre, é tecnologia proprietária e nem por isso menos impressionante, veja o vídeo.


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Alternativa ao xslimmer



Quem conheceu o OSX na era Intel não deve perceber, mas quem veio do mundo PPC notou que os binários universais são monstruosamente grandes com o dobro ou até mesmo o triplo de um binário dedicado.
Com a morte do meu powerbook peguei um mac intel portatil, com hd de 100 Gb que não da pra nada, e agora sofro com problemas de espaço em disco... Então encontrei um software chamado xslimmer que faz uma lipo nos binários gordos retirando o código PPC deixando apenas código intel :) Uma maravilha se o excelente programa não fosse um shareware :-(

Mac como um bom macmaniaco com conhecimentos Unix, não me conformei e fui buscar uma solução caseira, e encontrei o ditto, uma ferramenta para gerenciar os aplicativos do OSX, com ele é possível customizar, configurações, línguas, ícones e também a arquitetura dos binários , saca só o comando :

ditto --rsrc --arch i386 /Applications/RealPlayer.app  /Applications/RealPlayer-intel.app

Então após se certificar que o novo app está funcionando basta apagar o antigo. Só pra se ter uma idéia da economia, eu usei o ditto no Pages e o binário de 700 mb caiu pra 200 mb... Em outros casos a economia foi ainda maior chegando a 4 vezes, não me pergunte porque.

Pra mim é assustador como o mercado de pequenos aplicativos para o OSX se sustenta em cima de frontends para softwares de linha de comando, são vários exemplos, tem desde rsyncs e wgets até tweaks em configurações de arquivos xml, é impressionante a quantidade de grana que você pode economizar por dominar meia dúzia de comandinhos do terminal.


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Hackers trazem firmware do ipod classic para ipod video



Estou puto com a apple, não fez um ano que eles lançaram os ipod geração 5.5 e agora me aparecem com a geração 6 com muitos recursos visuais novos, e o coverflow :(
É claro que não custaria nada para a apple liberar a nova firmware para os ipods antigos, mas o Tio Jobs sempre acha melhor obrigar os usuários a comprar novos produtos mesmo que os antigos ainda funcionem muito bem... Só pra citar um exemplo, o iphone é descartavel.



Como pode se ver no vídeo, a paradinha não está totalmente acabada, mas traz alguns jogos diferentes e o visual apesar de infinitamente mais feio que o original é bem interessante. E o coverflow, ninguém sabe ninguém viu.

referências :

http://generaciondealcance.com/drivendesign/classic/





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X-Wing vira pó em lançamento



Via: meiobit.com.br

Os caras capricharam no modelo de um caça xwing do starwars... Mas a força não foi suficiente, segundos depois se despedaçou no ar.



Veja, a construção passo a passo, e o vídeo da destruição.


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Wordpress spiona usuários ?



Deu no slashdot:

A nova versão do wordpress (2.3) vêm com vários novos recursos e "spywares" no pacote. Os desenvolvedores admitem que o software envia informações sobre o blog, servidores, configurações do mysql e do php entre outras coisas para a "nave mãe".

O grande problema ai é que não existe jeito fácil de desativar a função "spyware", e questionado sobre o assunto Matt Mullenweg, desenvolvedor lider, diz que não há planos para oferecer um jeito simples para desativar esse envio de informações, e que se a comunidade não gostar pode fazer um fork do wordpress.

Alguns já estão falando em fork com o sugestivo nome "PrivatePress".

Bom, por isso que meu blog é feito do zero, como todos deveriam ser, vocês podem não perceber mas por dentro esse script está evoluindo e em breve estará no sourceforge.


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Usuário GNOME :)



Minha passagem pelo mundo mac deu uma boa chacoalhada na minha concepção de desktop. Quando comecei a usar linux (e computadores) a única referência que eu tinha de desktop completo era o windows, já existia o KDE que imitava fielmente o look and feel do windão, mas apenas o look do mac.

Apesar da QT imitar fielmente os controles do mac, a avalanche de menus e opções não deixava dúvidas sobre seu alvo primário, os usuários de windows. E como eu era novo no mundo dos computadores, e o GNOME era um lixo optei em ficar com o KDE 1.0, e sempre adotei distros com KDE.

Eu era um verdadeiro fanboy do KDE, escrevi até mesmo um howto de como operar o sistema, apontando suas similaridades com as outras interfaces e sua capacidade de superar todos os recursos dos concorrentes... Ai, Ai... Bons tempos.

Eu até gostava do GNOME, principalmente usando o enlightenment como windowmanager, naquela época era versão 1.4 ou 1.4 coisa assim, era muito completo mas nada comparado com o KDE 2.2.2 o melhor até a versão 3.5 :)

A RedHat que financiava o GNOME por ver no KDE uma ameaça à liberdade já que o QT não era livre (para fins comercias), botou grana e surgiu o GNOME2 ,tudo novo. Essa nova versão surgiu no RedHat linux 8, meu segundo RedHat (antes eu era vítima do conectiva, fanboy do mandrake e ativista slackware)e pela primeira vez troquei o KDE pelo GNOME... Com o Redhat 9 e o gnome 2.2.x o bixo ficou ainda melhor, apesar dos bugs foi uma grande distro, mas com o pior KDE que já vi.

O tempo foi passando e o GNOME foi secando, várias opções simples como fixar janelas em cima das outras, destacar menus, foram retirados piorando muito sua usabilidade.Substituir o sawmill pelo metacity piorou demais a navegação entre as janelas e tornou os virtual desktops chatos e enfadonhos. Segundo os desenvolvedores tudo isso era para facilitar o uso... tipo, dificulta pra depois facilitar, sei.... A situação chegou a um ponto tal que o próprio Linus Torvalds disse algo parecido com : "O gnome trata os usuários como se eles fossem imbecis", eu mesmo repeti isso diversas vezes.

O problema é que o KDE seguia um caminho diferente, entulhando os menus e as caixas de configuração com opções muitas vezes inúteis e redundantes, o que atrapalhava muito os novatos.

O mac os x segue a tendência do "menos é mais" e o faz com maestria sem acorrentar o usuário como o GNOME fazia. Isso mesmo, fazia, eles voltaram atrás em algumas coisas e hoje consigo usar o gnome sem xingar...Quando fui para o mundo mac achava que o KDE por causa de seu look era mais parecido como mac, mas hoje o gnome possui seus controles, aplicativos e forma de trabalhar muito mais parecidos com os do mac,e admito hoje que não consigo mais usar o KDE ehhheh

O GNOME tem muitos defeitos, assim com o Banshee, mas mesmo o KDE/Amarok sendo tecnicamente superiores tem suas interfaces muito poluidas e cheias de informações inúteis, o que parece mudar com o KDE4, espero ancioso, estou com meus dedos coçando pra pegar o novo opensuse... Alias recomendo o dolphin, um gerenciador de arquivos cópia escarrada do Finder, fantástico !




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Contribuindo com o software livre



Texto legal relatando o processo de colaboração nas distros ubuntu e debian :

http://noroyalties.blogspot.com/2007/08/contribuindo-com-o-software-livre.html


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Novas idéias rolando



Com o fim da minha crise nerd, período onde eu passei a não ter mais a mínima vontade de ser incluído digitalmente ... Todo esse papo de software livre e um monte de coisas que eu eu sempre preguei deixaram de fazer sentido, então passei os últimos 8 meses tentando ver o sentido dessa coisa toda. No fim, continuo não vendo uma boa razão pra continuar pregando por ai... meu momento é outro e é dele que quero falar nesse singelo post.

No meio dessa confusão toda , aprendi a gostar do mac, virei mac maníaco e tudo e por mais que o mac não tenha me ajudado a sair da crise pelo menos ele me garantiu mais noites bem dormidas, noites essas que eu custumava a passar compilando kernel e otimizando o xorg.... Bom isso não era vida. Mas essa passagem pelo mundo mac foi positivo... eu aprendi que a vida não precisa ser complicada, e que o SL só vai pra frente se alguém empurrar.

Tenho algumas idéias de programas que facilitariam a minha vida e a do povão:

  • Um clone do visualhub (front end pro ffmpeg e mencoder)
  • Extenção de rádio-online para o firefox
  • Programa clone do EJay
  • Um plugin Kio-slave para o KDE navegar nativamente por acervos livres do mundo
  • Gerenciador de arquivos via Tag
Eu me sinto revigorado e disposto pra tocar algumas dessas coisas pra frente, começando pelo conversor de vídeos universal. Toda essa brincadeira demanda pesquisa, e essa vai ser a nova função desse blog nos próximos meses.

O podcast vai voltar em breve, e não estarei sozinho, see ya.


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VMware no gentoo



Pra comecar o ano bem... Fui instalar o vmware no gentoo , tarefa trivial em outras distros, e tive varios problemas que fariam qualquer user iniciante formatar o HD :)
Primeiro vieram problemas com permissao de arquivos, meu user nao podia ler as configuracoes do programa ele nao subia, tive que adicionar meu usuario no grupo vmware. Depois vieram problemas com a libcairo, tive que recompilar sem suporte ao png e em seguida recompilar a libpango so entao subiu. Nao gosto do ubuntu, mas nele o vmware foi de primeira... acho que o gentoo ta ficando burocratico demais, saco


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Segurança em software livre



Bom, ando meio puto com a segurança de alguns aplicativos livres, principalmente os que se propõe a "guardar" sua senha. É muito comum no meu ambiente de trabalho pessoas usarem contas públicas, uma única conta onde todos conhecem a senha, sempre fui contra isso.
É muuuuito comum os usuários de internet escolherem uma única senha para todos os serviços importantes ou não. A mesma senha que usa para o orkut, usa para a administração dos dados um site, ou um wiki com a planilha de gastos de um evento importante.
:Houve um tempo em que os usuários relutavam em ter senhas difíceis de serem lembradas, usavam o próprio login ou datas imporantes. Lembro uma vez,quando era administrador de um pequeno servidor universitário de um famoso instituto de física, que rodando um programa para decriptar senhas uma parcela consideravel dos alunos usavam senhas como "Einsten", "Newton" e outros nomes de grandes físicos.Não era preciso ser um gênio para em poucas horas conseguir meia dúzia de contas :-) Hoje vejo um problema de maior gravidade, além de senhas fáceis os usuários usam a mesma senha para todos os serviços então basta obter "a senha" e 80% dos serviços digitais estão comprometidos, emails serão lidos e a partir dai , fica fácil saber quais sites o fulano frequenta e quais serviços atacar.
Existem várias formas de conseguir uma senha, a mais simples é ter um notebook :-) Você está num evento e alguém apressado pede para usar o seu computador para mandar um email ou um MSN, batata, o cara deixa o email aberto no seu browser, se for GMAIL melhor ainda, como o gmail guarda todas as mensagens, basta procurar por "password recovery" e ganhar dezenas de contas pra brincar :P
Outra forma é justamente fazendo o caminho inverso, pedindo para usar o notebook de alguém num evento, vamos supor:

Você pede à um conhecido um notebook com wifi para mandar um email, se ele usar firefox e/ou GAIM (muito populares em ambientes gnome) você pode ganhar as senhas do dono do notebook (e de outros que também o usaram) a partir do firefox clicando em : Editar -> Preferências -> Privacidade (HAHAHHA) -> Nome de usuários e senhas -> Organizar -> Mostrar senhas.
Veja o shot:

Se for GAIM a brincadeira fica mais fácil, basta usar o comando :

grep password ~/.gaim/accounts.xml

E senhas surgirão para todos os protocolos, fácil né ?


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