Blog Nerd do Liquuid

Nova versão do Applejack no ar



O Applejack é um frontend opensource para algumas ferramentas de manutenção do sistema MAC OSX. Apesar da sua interface ser em texto, ele é bem fácil de usar e bem util também.

Com ele você pode reparar discos corrompidos, reparar as permissões, apaga arquivos de cache e swaps antigos, normalmente essas operações resolvem 99% dos problemas de travamento de lentidão que um mac pode ter .

Essa versão é a primeira compativel com o Leopard, se você não gosta de ferramentas como o Onix, é um prato cheio.


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Happy SysAdmin Day !



É hoje galera, saiam dos datacenters e vamos tomar uma cerveja gelada :)




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Storage ZFS em FreeBSD



Mais uma saga se inicia, a configuração de um servidor de dados rodando FreeBSD e ZFS. Faz tanto tempo que não uso FreeBSD que esqueci quase todos os macetes, mas pelo menos completei a instalação sem qualquer problema.

Aqui tenho uma máquina com 3 discos, um deles é IDE e possui 80GB de capacidade, os outros dois são SATA e tem 320 GB cada. A brincadeira é instalar o FreeBSD e montar uma partição gigante unindo os três discos , algo parecido com um split.

Logo de cara vi que não tenho bash instalado, CSH é um lixinho, e para instalar o BASH preciso de rede, então esse é o primeiro passo . Para ver quais placas de rede estão plugadas ao sistema use :

ifconfig

Dessa forma descobri que minha placa é vr0, como uso DHCP usei o seguinte comando para configurar minha rede :

dhclient vr0

Feito isso vamos instalar o bash :) No FreeBSD temos duas formas de instalar os programas, via ports e via pacotes binários. A oferta de pacotes via ports é mais abundante e flexivel, já os pacotes binários são mais rápidos de se obter. Como eu quero apenas o BASH vou usar o ports.

Usar o ports é fácil, se você sabe o nome do que procura use o :

whereis bash

Se não sabe vá em /usr/ports, e escolha a categoria do software que procuras, e dentro de cada um desses diretórios tem um diretório com o nome dos softwares, e o bash fica em /usr/ports/shells/bash. Uma vez dentro do diretório do bash basta dar o comando :

make && make install

Depois é só usar o comando chsh pra mudar o shell é se livrar do lixo do csh. :)

A parte boa é que o ZFS já vem com o FreeBSD, a ruim é que o suporte é experimental, nem sempre experimental quer dizer ruim... Mas só vou descobrir com o tempo heheh. No meu caso eu quero usar o resto do HD de 80 GB , e os dois HDs sata, para realizar essa mágica com o ZFS basta usar os comandos :

zpool create storage ad0s3 ad4 ad6

No meu caso tive que repetir o comando por causa de um warning dado pelo time do FreeBSD avisando que o ZFS ainda não está totalmente implementado. Mas aqui funcionou, totalizando 680 GB espalhados por dois discos e uma partição. E o sistema já montou o pool em /storage automaticamente.
Configuração do ZFS é isso mesmo, fazem LVM e raid parecerem piadas de mal gosto.

Agora temos que editar alguns arquivos, e devo dizer que o vi que vem no freebsd é um lixo, e se você , assim como eu não quer perder muito tempo compilando o VIM vamos instalar o pacote pronto, o comando é simples:

pkg_add -r vim

Basta substituir o "vim" pelo comando que você quer e tudo vai dar certo... ou não, no meu caso o pacote pronto do VIM exige a instalação completa do xorg, um completo desperdício de disco, já que nem monitor essa máquina via ter.

Para que nosso array de discos monte na incialização do sistema basta executar o comando :

 echo 'zfs_enable="YES"' >> /etc/rc.conf 

Como disse no início do post ZFS é experimental com o FreeBSD, então ele tem vários bugs já conhecidos, no caso do ZFS o mais grave é um que causa Kernel Panic se houver excesso de I/O, carinhosamente conhecido como “kmem_suballoc” . Pra resolver isso basta adicionar as seguintes linhas no /boot/loader.conf :

vm.kmem_size_max=”512M”
vm.kmem_size=”512M”
vfs.zfs.zil_disable=1

Se colocar mais memória doque seu computador possui ele vai crashar !

Agora é só botar o samba pra exportar o pool e já era ! Se o Mac OSX vier com uma implementação decente do ZFS, e aparentemente vai, o linux vai cair na irrelevância bwa ! ha ! ha ! ha !

Trolagens a parte, vou descrever brevemente porque o ZFS é o melhor sistema de arquivos em qualquer segmento:

  • Ele faz snapshots ! Vai fazer faxina no HD ou vai deixar seu sobrinho mexer no micro ? sem crise ! faz um snapshot e todos seus dados estão automaticamente backupeados !
  • Hd ta acabando, não tem mídia pra fazer backup ? Sem problemas, ativa a flag de compressão de dados e ganhe gigas de espaço sem fazer esforço
  • Precisa de mais partições ou de redimencionar o seu /home ? Sussa, é mais rápido do que ler essa linha
  • Comprou um HD novo ? É só espetar adicionar ao pool de discos e usar, não vai ter trabalho nem pra de particionar muito menos montar o disco novo !!!
  • Quer segurança nos dados, redundancia e velocidade ? Sussa, raidz faz isso pra você, é só ter mais de 2 discos

O único defeito do ZFS é que ele não é licenciado em GPL, então não pode ser incluido no kernel do linux com a mesma facilidade que foi absorvido pelos *BSDs ou OSX ... "Linux é livre, ZFS é livre, mas minha licença é melhor que a sua então não vou incorporar seu software" babaquice ? Sim e da grande ! Quem perde ? Todo mundo !

Ponto pra licença BSD.


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quota de disco no fedora



Se você é um sysadmin com poucos recursos de hardware, ou é um ditador tirano como eu, implementar quotas de disco no sistema é fundamental para a saúde do sistema. Como sempre vou usar o fedora como base para a instalação e para a sua sorte ele já vem com esse recurso ativado no kernel por padrão. De nada adianta uma distribuição organizada se você quer usar um sistema de arquivos bizarro da árvore do AM, quota só rola legal em sistemas ext2/ext3 , em xfs eu nunca testei, e a implementação de quotas do reiserfs não é software livre.

yum install quota

Existe dois tipos de quota de disco, quota por usuário e quota de grupo, preciso explicar ? Que bom que não. Caso você vá implementar quota por usuário você deve adicionar usrquota ao campo de parâmetros da respectiva linha de sua partição no arquivo /etc/fstab , por exemplo :

/dev/ubda               /                       ext3    defaults,usrquota        1 1
tmpfs                   /dev/shm                tmpfs   defaults        0 0
devpts                  /dev/pts                devpts  gid=5,mode=620  0 0
sysfs                   /sys                    sysfs   defaults        0 0
proc                    /proc                   proc    defaults        0 0
/dev/ubdb               swap                    swap    defaults        0 0

Caso use quotas por grupo adicione grpquota, simples né ? Feita as modificações você deve remontar a partição :

mount -o remount /

Agora devemos criar o arquivo de controle quotas, como segue no exemplo :

# touch /home/aquota.user
# chmod 600 /home/aquota.user

Caso use quota por grupo use :

# touch /home/aquota.group
# chmod 600 /home/aquota.group

Agora você deve rodar o comando quotacheck -vagum , ele vai reclamar de algumas coisas, mas não leve ele a sério.

Para editar as quotas dos seus users use o edquota -u usuario , então você verá algo desse tipo :

Disk quotas for user (uid 505):
  Filesystem                   blocks       soft       hard     inodes     soft     hard
  /dev/ubda                        16  300000000  350000000          6        6        0

Soft é a quota flexivel, ela pode ser extendida temporariamente até o limite definido em hard , ou seja durante um certo periodo o usuario pode manter mais arquivos do que o limite imposto , após esse período o usuário perde o direito de escrever no disco, legal né ? Se o usuário for um espertinho e tentar escrever um arquivo maior que o imposto pelo Hard, o sistema bloqueia a escrita.

O tempo em que o usuário pode ficar com a quota estourada é definida pelo comando edquota -t

Feito isso, corra para o abraço, não dos seus usuários, eles vão te odiar.


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Fedora 8 ,veja aqui o que vai pintar no próximo ubuntu



O título tá estranho mas comparando a lista de novos recursos do Fedora 8 e os novos fabulosos já manjados recursos do ubuntu gutsy esse título fará sentido para vc :)

Novos sabores :

Agora o fedora tem um liveCD para GAMERS !!! Que vem recheado dos melhores games livres que o SL pode produzir, dentre eles Quake 3 :) "I see fragged people"

Pra trabalhar ? Tem o fedora Developer, que já inclui Eclipse, Anjuta, git, cvs, lynx, emacs, um editor hexadecimal além de GCC, Inkscape, Koji, createrepo, mock, rpmdevtools, rpmlint etc...

Para estudar ? Fedora Eletronic LAB


PulseAudio :

Controle o volume de cada aplicativo de forma independente. Tem placa de som USB ? Sem problemas no fedora é hotplug amigão, igual no mac, e o melhor com BAIXA LATÊNCIA, lembra do Jack ? Esqueça-o , ele é obsoleto, Pulse audio trabalha da mesma forma conectanto entradas dos programs com a saída dos outros e o melhor, entre sistemas operacionais diferentes, linux ou não.


CodecBuddy :

Isso não é novidade, mas agora o gstreamer pode pegar novos plugins proprietarios sob demanda, chega de sofrer :)


Novo tema:

O novo tema chama-se nodoka, é feio , mas tem um papel de parede que muda de cor com o passar das horas, refletindo até mesmo seu humor :)


Novo firewall

Configuradores gráficos não são novidade nenhuma mas esse em questão é bem poderoso





Plugou imprimiu :

Assim como no novo ubuntu, configurar impressora é coisa do passado, plugou tá imprimindo.


Integração com bluetooh :

Chegou perto montou, medo ....


JAVA:

O java livre tinha partes binárias que atrapalhavam aqueles que queriam um sistema 100%, atrapalhava, a equipe da RedHat desenvolveu o IcedTEA justamente para substituir o que não era livre. Ou seja, mas liberdade pra quem quer ser livre.
Agora um plugin java livre é incluído no sistema junto com o browser.

ON-line Desktop:

Fedora sai na frente de novo e junto com a galera do gnome anuncia o Gnome Live Desktop :) Uma interface de integração de vários serviços on-line como flickr, delicious, lastfm, facebook e por ai vai.





Sistema social de recomendação de pacotes não é uma novidade, mas agora o fedora em e é ao vivo.

Sistema social de tradução de pacotes, ta usando e tá em ingles mande a tradução, fácil.

SysklogD ? É passado, veja o Rsyslog :

Transfere os logs pela rede de forma segura, análise em tempo real lhe permite agir antes do sistema dar crash...


Sem alarde e sem fazer barulho, sem contagens regressivas nem oba oba, "Menos pirueta mais resultado"(webmotiva) esse é o jeito Fedora de se fazer uma distribuição, inovando de verdade com desenvolvimento e código onde o bixo pega, no core.

Não usa fedora ? Ano que vem essas novidades chegam pra você, só esperar :)




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Disquete universal para boot via rede em linux



Disquete universal do reino de deus é uma imagem de disquete de origem desconhecida que boota boa parte das placas de rede do mundo :) Baixe em : LTSP/disquete_universal.dsk


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Problemas com o superblock do ext2



logo após mandar o email sobre como des-deletar arquivos, uma amigo chegou com um caso intrigante de uma partição ext3 de 300Gb que não montava... sintomas :

Ao tentar montar o erro:

The superblock could not be read or does not describe a correct ext2
filesystem.  If the device is valid and it really contains an ext2
filesystem (and not swap or ufs or something else), then the superblock
is corrupt, and you might try running e2fsck with an alternate superblock:
    e2fsck -b 8193 
E no dmesg a desanimadora mensagem :

EXT3-fs: unsupported inode size: 0

Ao tentar passar o fsck.ext3 manualmente mais um balde de água fria :

Floating point exception

Esses problemas podem ser um clássico problema de superbloco corrompido... O superbloco pode ser visto à groço modo como um mapa do sistema, mas felizmente tá vários backups dele pelo sistema, e é essa estratégia pra recuperar a partição :)

O comando é :

fsck.ext3 -C -y -b  /dev/

O "-C" é para aparecer a barrinha enchendo, o y é para responder Sim para todas as perguntas, o "-b " é para passar o endereço do superbloco alternativo, que muda dependendo do tamanho da partição, olha ai os endereços:

Bloco-mínimo da partição endereço

1k 8193
2k 16384
4k 32768
É só substituir que funciona, no caso da partição de 300Gb o comando foi :

fsck.ext3 -C -y -b 32768  /dev/




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Recuperando dados deletados de uma partição reiserfs



Assunto delicado, perder um dado importante ou todos os dados de uma partição ou uma partição inteira é como um incêndio na casa de um geek.... Eu mesmo já surtei inúmeras vezes nessa lista por ter perdido partições inteiras ao instalar uma distro nova (Conectiva 7 e depois nunca mais usei conectiva), ao dar um comando errado na hora errada na partição certa ou por falha de disco.... alias meu HD aqui já tem 3 anos......
Bom Após passar 2 semanas puxando um game de playstation ( Valkyrie Profile= RPG ambientado nas culturas nórdicas, asgard, odim, vicking e tals...) para curtir nas férias, hoje finalmente o jogo veio ! Tava puxando por bittorrent e no ápice do meu egoísmo, fui deletar o torrent para não fazer mais upload |:-> mas cai na pegadinha do tab-completion do shell que completou com o arquivo rar em vez do torrent X-(
Digamos que nenhuma política de backup poderia ter me salvado dessa tragédia...
Então vou descrever aqui como recuperar dados deletados de uma partição reiserfs incluindo os passos que dei para recuperar meus dados :)

Lascou-se ! Tudo deu errado ! Deletou tudo ! TIRE SEU MICRO DA TOMADA IMEDIATAMENTE, isso ai puxe o fio ! Não dê shutdown !
Parece loucura, afinal , tirar o micro da tomada não é nenhum procedimento técnico não é mesmo ? Mas isso impede que o sistema operacional grave arquivos no disco... Ao deletar um arquivo na verdade o sistema operacional apenas realoca seu espaço ocupado para novos arquivos, se por um acaso o SO gravar um novo arquivo ele pode sobre-escrever seu precioso arquivo com algum arquivo temporário ou um importante log do sistema :-/

Muita calma nessa hora o computador está desligado, seu arquivo está seguro ! Para religar todo cuidado é pouco, um erro e todos seus arquivos deletados podem ir para o limbo ! Será nescessário religar seu sistema em modo reparo com as partições em RO (read-only), como fazer ?
Se vc usa lilo/yaboot, dê um tab no prompt descubra o nome do Label do seu sistema e acrescente "ro init=/bin/bash", por exemplo :

Linux ro init=/bin/bash

Se vc usa grub, no menu de opções aperte "e" no item que corresponde a sua distro, "e" na linha do kernel e adicione "ro init=/bin/bash no final.... então aperte ESC e b para bootar.

Isso vai fazer com que o sistema monte a partição root em modo ro e vai iniciar o processo bash como processo número 1 no lugar do init.... Pode acontecer do diretório dev não ser populado ou seja não será possível montar outras partições se nescessário... se isso acontecer, vc deve remontar a partição / para leitura e escrita (mount -o rw,remount /) e rodar o comando udevstart (ou devfsd para quem usa sistemas antigos como debian sarge desatualizado e etc...) e rezar para dar certo.

Se tudo der errado, a única forma é iniciar o sistema no runlevel 1 , mas isso pode ser uma péssima idéia em algumas distros... várias delas escrevem no disco antes de entrar em modo de manutenção, entre elas : Fedora, Ubuntu, gentoo... deve haver uma porção delas por ai... Tenho quase certeza que slackware e debian não o fazem.

Na distro em questão (gentoo) isso ocorreu, o sistema escreveu no disco e não foi pouco : as consequencias serão descritas no final.....

Bom com o sistema montado em ro e com o bash em mãos é hora de agir ! O sistema de arquivos reiserfs peca por não ter uma ferramenta para recuperar arquivos deletados.... ou pior se ela existe não é livre (várias ferramentas de sistema do reiserfs não são livres....), mas tem uma gambiarra que funciona bem....É o comando reiserfsck !

Use :

reiserfsck --rebuild-tree -S /dev/PARTICAO

Esse comando vai buscar por todos os arquivos e diretórios e vestígios dos mesmos na partição e vai criar um diretório chamado "lost+found" no topo da partição...
dentro desse diretório vc vai encontrar uma porção de arquivos cujo o nome são apenas números... no meu caso tive que procurar por um arquivo grande, e achei, depois para confirmar usei o programa "file" para identificar o conteúdo ,tá lá ! Arquivo RAR na cabeça, então foi só renomear....
Tive a sorte de ser um arquivo grande , fácil de identificar... mas e se fosse um arquivo pequeno ? Bem mais complicado, não tem jeito é garimpar até achar.... No caso de diretórios inteiros ou partições a sistuação é mais grave, todos eles vão ter números como nomes e muitas vezes arquivos aparecem fora de seus diretórios .... uma zona.

Bom, e como meu sistema inicializou em init 1 e escreveu no disco não deu outra, ele corrompeu partes do meu arquivo e só pude recuperar 30% do meu arquivo original, bom melhor que nada :-/


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distcc em 30 segundos



Agora no metarcilagem nenhum computador compila nada sozinho, instalamos por lá o distcc. Distcc é uma espécie de cluster para compilação de programas, ele distribui por uma rede pedaços do código tornando a compilação até 3 vezes mais veloz.
Como fazer funcionar :

Primeiro instale o programa, muitas distros já incluem o pacote, em todo caso ./configure && make && make install resolvem seu problema. Depois em cada um dos clientes rede, rode o servidor com o comando :

distcc --daemon --allow mussarela clabreza marguerita catupiri --user slavesom

Onde "--daemon" diz para que ele rode em background , "--allow" lista quais computadores se conectar ao servidor, "--user" diz qual usuário executará o comando make. Dica : use um usuário qualquer não use o root".

O próximo passo é executado no computador de onde partirão as compilações, ou seja , de onde o programa sera compilado inicialmente. Para isso precisamos definir na variável DISTCC_HOSTS quais computadores farão parte do cluster :

export DISTCC_HOSTS="localhost mussarela clabreza marguerita"

Então para compilar um programa simpĺes , devemos executar o ./configure normalmente, mas na hora do make passaremos alguns comandos a mais :

make -j6 CC=distcc

O "-j6" indica que o make terá até 6 instâncias em paralelo, cada instãncia rodará em um computador diferente, já o "CC=distcc" troca o compilador gcc pelo wrapper distcc. Caso o programa que você quer compilar seja escrito em C++ troque o CC por CXX. É isso, compile e recompile à vontadem agora é mais rápido heheheh


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Ndiswrapper em placa LG LW2220P



Genjuro é o nome do meu servidor de rede, ele é um pIII 666Mhz com 128 Mb e um HD de 40Gb que era do meu playstation 2 :-)
É uma máquina comum rodando fedora 4 e conta com uma placa wireless LG modelo LW2220P, perfeitamente compatível com o linux via ndiswrapper. Porém seguindo as instruções do site, ao dar o comando:

ndiswrapper -i NETWPNDS.INF

O comando retorna "módulo inválido" ! Então olhando com atenção a caixa do meu dispositivo vi que o chipset da placa é um tal de WP1200, busquei no google e descobri que é um chipset de uma empresa chamada waveplus que não disponibiliza o driver para download nem pra windows hehehh. Cavei, cavei e achei esse driver que parece ser o correto para essa placa da LG.


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Mais linux em Powerbook



Continuei fritando e finalmente o fedora está utilizável no maizena. O problema do mouse resolvi adicionando a seguinte linha no arquivo /etc/sysctl.conf:
		dev.mac_hid.mouse_button_emulation = 1
		
Então no próximo boot o botão 2 do mouse será fn+Alt e o botão 3 fn+Ctrl.
Mas se você não tem paciência e quer seus outros botões funcionando agora, use o comando :
		sysctl -p
		
Para resolver as teclas multimídia tive que instalar o pacote pbbuttonsd que encontrei no site: http://pbbuttons.berlios.de.
Lá também encontrei um software que é uma mão na roda, fabuloso Powerprefs, um painel de controle para configuração das teclas do Mac e do sistema de gerenciamento de energia, veja um screenshot:

Já o problema da hibernação não voltar após abrir a tampa, resolvi colocando um kernel customizado, a configuração que eu usei no kernel está aqui .

Agora tenho um novo desafio, achar um substituto ao yum, odeio coisas em python :P E fazer o Dri funcionar, mesmo sabendo que não terei jogos pra jogar :(


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Distribuição com X em disquete



Distro com X em um disquete ! Veja !
>> On 11/29/05, rafael2k  wrote:
>>
>> Eu e o rhatto, fritos sob o sol de manaus, depois de rodar o demodisk do
>> QNX,
>> concebemos uma distro de linux de um disquete de 1.44Mb com X que pode ser
>> bem útil para terminais burros e outras aplicações:
>> http://bootex.sarava.org/
>>
>> ainda estamos testando a parada, mas fiquem a vontade.
>>
>> abraços,
>> rafael diniz
Referências : http://bootex.sarava.org/


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