企鵝,蘋果,遊戲及其他藥物
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App bundles para linux ? Finalmente !
Sep 5th
É disso que estou falando ! Como já chorei nesse blog várias vezes o que “mata” o linux no desktop é que não temos a liberdade de usar um app antigo em uma distro nova ou vice versa, já que para reduzir o consumo de RAM e HD os apps linux usam bibliotecas compartilhadas. Isso também mata o mercado de software proprietário no linux, tenho aqui jogos originais para linux comprados em 2002 que só funcionam em distros até 2005, agora já aprendi a lição, compro versão windows e rodo no wine.
Não vou dizer que bibliotecas dinâmicas sejam ruins, pelo contrário, mas a idéia só é boa de verdade se todos os apps que você vai usar são livres e continuam de desenvolvimento constante. É a mesma coisa com o linux 64bits, pra quem só usa software livre não existe dificuldade nenhuma na migração para 64bits.
Mas minhas preces foram ouvidas agora só temos que esperar a moda pegar, um gênio criou o Application Bundles, um programinha que permite a execução de “pastas” especiais com os binários, dados e bibliotecas dentro. Mesmo esquema do MAC, basta clicar e arrastar para o diretório desejado, depois para remover, basta enviar para a lixeira.
Pra mim é um sinal dos tempo, pela primeira vez em muitos anos vejo que o linux tem chances de invadir o desktop.
Quer um conselho ? Troque de distro !
Jul 19th
Eu custumo recomendar que pessoas interessadas em usar linux, usar mesmo e não ser apenas uma vítima do ubuntu, devem explorar distribuições mais cruas pra entender como as coisas realmente funcionam. Depois dessa experiência traumática, os usuários costumam amadurecer bastante, pois ela percebe que realmente o linux (unices em geral) não tem nada semelhante ao windows, e que os programas gráficos que usam são pura ilusão.
Sabendo disso normalmente as pessoas passam a depender menos de scripts automaticos de configuração e frontends, erram menos , tem acesso pleno as novas tecnologias que estão implementadas por baixo do capô do linux mas que não tem uma GUI pra disponibilizar isso pra todo mundo.
Eu recomendo tb nunca usar a mesma distro por mais de 1 ano, surfe entre as melhores versões de cada distro ! Se o ubuntu 9.4 é ruim, tente outra distro ! Não faltam opções.
Vou tentar descrever como eu enchergo esse “mercado” de distros linux de acordo com niveis de dificuldade de configuração.
Mamão com açucar :
OpenSuse — Pra quem não quer abrir o terminal, pode remover o terminal se quiser, todas as configurações tem interface gráfica até as mais complicadas como configurações do kernel, dual head, placa de captura, vpn etc…
Mandriva — Pra quem não quer abrir o terminal, da pra configurar quase tudo sem terminal.
Fedora — Pra coisas de baixo nível precisa de terminal e algum conhecimento
Ubuntu — Pra coisas de baixo nível precisa de terminal , algumas configurações de rede por exemplo.
Intermediarias (pra quem não tem medo do terminal):
Debian — Suas ferramentas de configuração tem GUI principalmente em modo texto
slackware — Não tem ferramentas de configuração mas tem as configurações bem documentadas
ForeSight — Distro pra quem gosta de GNOME, é tão simples de configurar quanto o gnome, mas não pense que ele vai configurar sua WiFi sozinho.
Archlinux — Não tem ferramentas de configuração nem configurações bem documentadas, mas tem uma comunidade forte e ativa.
Para adeptos:
Gentoo — Instalação não é trivial, exige muita leitura e sangue frio.
Sabayon — É como o gentoo mas tem um instalador simples e vem pré-configurado, mas qualquer necessidade extra é como no gentoo, muita leitura e sangue de barata.
Gobolinux — Distro brasileira que quebra a FileSystem Hierachy , e permite multiplas versões do mesmo pacote, além de todo o conteúdo de um pacote ser instalado em um único diretório… todo o resto é tosco como um gentoo.
Para quem realmente gosta da coisa :
LFS – Linux From Scratch , é um livro que te ensina a como fazer sua própria distro do Zero, compilando cada parte do sistema à partir do source, sem sistema de pacotes, sem configuradores sem nada do zero… Quem gosta de linux deveria instalar essa distro pelo menos uma vez na vida.
Eu passei por todas essas fases, mas não comecei pelas distros mamão com açucar, isso não existia na minha época
Recomendo uma progressão, saindo de distros hiper fáceis, passando por mais complicadas, e se ficar fácil vá para as intermediárias, se ficar fácil vá para a dos adeptos, quando dominar tente o LFS … Depois de passar pelo LFS não vai mais fazer diferença a distro que vc vai usar, todas se tornam iguais. Afinal vc será capaz de destruir e reconstruir qualquer distro, transformar debian em fedora, e ubuntu em gentoo, ou ainda fundir distribuições diferentes.
Depois o lance é estudar o kernel do linux, e desenvolver seu próprio kernel de sistema operacional

Hoje eu uso o opendebiansuse , fundi o opensuse e o debian pq não vou aprender nada de novo configurando o X na mão (só vou perder tempo) e o debian pq preciso desenvolver coisas … Mas insisto, se vc se interessa por linux, corte a corda, e saia do lugar comum.
Personal Traffic Shapping :)
Apr 6th
Quem nunca se deparou com um client de bittorrent rebelde que mesmo baixando à 9Kb/s deixa seu link de 4 MB/ s inutilizavel ? Se você usa linux seus problemas acabaram ! O programa chama tricke , e funciona assim :
tricke -s -d 20 yum update
Simples né ? Nesse exemplo ele limitou o yum à 20 kb/s. E ainda tem um Daemon que monitora o programa e joga seu consumo la pra baixo, olha um exemplo de configuração :
[ssh] Priority = 1 Time-Smoothing = 0.1 Length-Smoothing = 2 [ftp] Priority = 8 Time-Smoothing = 5 Length-Smoothing = 20
Pena que não tenho internet em casa, mas esse programa é revolucionário, bem mais sussa que um CQB
A dica vi nesse site .
iTunes no Linux
Jul 22nd
Finalmente consegui rodar o iTunes no linux via Wine, tá não é nada que ninguém já não tenha feito mas pra mim é novidade, então posto aqui :
Aparentemente ele synca com ipod (no meu não obrigado), baixa os podcasts, toca músicas e vídeo, mas o desempenho é sofrivel com lags gráficos terrivelmente grandes. Mas é mais uma alternativa pra quem não gosta dos jukebox disponíveis pra linux.
Vou ser sincero, eu não gosto dos jukebox pra linux, já testei todos mas a tática dos developers de imitar o itunes não tá funcionando… E na verdade me irrita bastante, pois o mínimo que posso esperar de um programa que copia a interface do itunes é que ele funcionem tão bem quanto.
Mas sendo um pouco justo, gosto bastante do Banshee, que é feito em mono imita o itunes e funciona quase tão bem quanto.
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quota de disco no fedora
Apr 23rd
Se você é um sysadmin com poucos recursos de hardware, ou é um ditador tirano como eu, implementar quotas de disco no sistema é fundamental para a saúde do sistema. Como sempre vou usar o fedora como base para a instalação e para a sua sorte ele já vem com esse recurso ativado no kernel por padrão. De nada adianta uma distribuição organizada se você quer usar um sistema de arquivos bizarro da árvore do AM, quota só rola legal em sistemas ext2/ext3 , em xfs eu nunca testei, e a implementação de quotas do reiserfs não é software livre.
yum install quota
Existe dois tipos de quota de disco, quota por usuário e quota de grupo, preciso explicar ? Que bom que não. Caso você vá implementar quota por usuário você deve adicionar usrquota ao campo de parâmetros da respectiva linha de sua partição no arquivo /etc/fstab , por exemplo :
/dev/ubda / ext3 defaults,usrquota 1 1 tmpfs /dev/shm tmpfs defaults 0 0 devpts /dev/pts devpts gid=5,mode=620 0 0 sysfs /sys sysfs defaults 0 0 proc /proc proc defaults 0 0 /dev/ubdb swap swap defaults 0 0
Caso use quotas por grupo adicione grpquota, simples né ? Feita as modificações você deve remontar a partição :
mount -o remount /
Agora devemos criar o arquivo de controle quotas, como segue no exemplo :
# touch /home/aquota.user # chmod 600 /home/aquota.user Caso use quota por grupo use : # touch /home/aquota.group # chmod 600 /home/aquota.group
Agora você deve rodar o comando quotacheck -vagum , ele vai reclamar de algumas coisas, mas não leve ele a sério.
Para editar as quotas dos seus users use o edquota -u usuario , então você verá algo desse tipo :
Disk quotas for user (uid 505): Filesystem blocks soft hard inodes soft hard /dev/ubda 16 300000000 350000000 6 6 0
Soft é a quota flexivel, ela pode ser extendida temporariamente até o limite definido em hard , ou seja durante um certo periodo o usuario pode manter mais arquivos do que o limite imposto , após esse período o usuário perde o direito de escrever no disco, legal né ? Se o usuário for um espertinho e tentar escrever um arquivo maior que o imposto pelo Hard, o sistema bloqueia a escrita.
O tempo em que o usuário pode ficar com a quota estourada é definida pelo comando edquota -t
Feito isso, corra para o abraço, não dos seus usuários, eles vão te odiar.
Wifi na linha de comando, sem medo
Apr 18th
Dúvida frequente de novatos é como configurar o wifi no linux via linha de comando. Não vou explicar instalar os drivers , as minhas experiências já foram relatadas nesse blog. O objetivo é como escanear, se conectar em um rede sem fio:
- iwlist scan : Esse comando retorna todas as redes visiveis ao alcance do seu computador
- iwconfig DEVICE essid REDE : Device é o nome da sua placa de rede pro sistema, pode ser wlan0, ath0 o uaté mesmo eth0 dependendo do driver da sua placa. REDE é o nome da rede que você vai se conectar, por exemplo Sala2 / linksys etc…
- iwconfig DEVICE key senhadowifi : Caso a rede seja protegida por senha passe a senha por esse comando, mas só após escolher a senha com o comando anterior.
- dhclient DEVICE : Após escolher a rede você deve atribuir um IP a sua máquina, esse comando pega o IP automáticamente.
- ifconfig DEVICE xxx.xxx.xxx.xxx : Caso o seu roteador wifi não esteja configurado , talvez você tenha que configurar seu ip manualmente, pergunte ao administrador do router para saber qual faixa de ip você terá que usar
Esses comandinhos são os mais básicos, o suficiente pra estabelecer uma conexão. Caso o comando iwconfig não retorne nada ou retorne “No wireless interfaces found” existe uma chance boa da sua placa não estar devidamente configurada.
Mac OS X pisa na bola
Apr 16th
Eu sou um entusiasta do sistema da apple , e o Leopard me deixou tão satisfeito que não tive coragem até agora de particionar o HD do meu macbook pro pra instalar linux. O sistema praticamente não da trabalho, um update aqui e ali, raros
travamentos, desempenho razoavel (linux assasina o OSX quando o assunto é desempenho e bateria), mas quando resolve me pentelhar faz bem feito.

Já formatei meu notebook 3 vezes, uma quando comprei, outra quando notei que após 3 migrações de notebooks estavam fazendo mal ao meu sistema ( do ibook pro powerbook e agora pro macbook), e agora por problemas com Utter Crap HFS .
Quando fiz o segundo format eu notei que meu sistema antigo estava configurado para ser Case-Insensitive, ou seja “Isso==iSSo”. Como minha escola é Unix pra mim nada mais natural do que usar um sistema Case-Sensitive onde “iSSo é diferende de IssO”, pena que os desenvolvedores de software pra plataforma não sabem disso. Logo após restaurar minhas tralhas do backup notei que meu Warcraft III – TFT não tava mais rolando, reclamava de arquivos faltando, fui corrigindo o case dos nomes dos arquivos um por um, e quando notei que eram centenas, fiz um script mas foi inútil pois a Engine do jogo não segue um padrão ao chamar os arquivos…. A minha solução foi criar uma imagem de disco Case- Insensitive e botar o game dentro. Deu certo, e a vida continuou.
Nas crises da vida, notei que se eu quiser ter um futuro conjulgal terei que lidar menos com a máquina e mais com sentimentos, emoções e arte. Então decidi voltar a desenhar e tentar a sorte profissionalmente no médio prazo… Então nada mais natural do que dominar as ferramentas básicas padrão do mercado. Domino bem o Gimp e o Inkscape, e sei que eles tem limites, mas nunca instalei um illustrator ou photoshop na vida e sei que eles tem virtudes. Após um interminavel download do site da Adobe quando fui instalar a versão Trial do Flash :

Pra não cair no problema do Warcraft a Adobe simplesmente limou o suporte ao HFS Case-sensitive, pensei comigo que seria possível usar a mesma estratégia do Warcraft, criando uma imagem de disco e jogando tudo dentro… Errei ! Tive que reformatar meu HD usando Case Insensitive pra evitar futuros problemas. O problema não tem outra solução, e segundou alguns MacAcos velhos que conheço esse tipo de incompatibilidade sempre rolou.
É como eu disse, quase não da trabalho, mas quando da normalmente é perda total
Compartilhando wifi com Leopard
Mar 30th
Ok, parece ridículo, mas levei 2 horas pra descobrir que compartilhar rede usando o Leopard é ridículamente simples, mais fácil que no Tiger. Então vamos lá :
System Prefs > Sharing > Internet Sharing, escolha o wifi como fonte de internet, e marque os dispositivos que serão beneficiados com a rede, ou seja, firewire, ethernet, bluetooh etc…
Apó essa configuração as máquinas clientes devem ser configuradas pegar o IP por DHCP.
Eu demorei tudo isso, simplesmente porque no linux além de usar os comandinhos básicos normalmente os ips do cliente são criados estaticamente, ou seja, eu estava configurando os clientes para uma rede que não existia…. Só depois vi que o Leopard cria automaticamente os aliases nos devices e de quebra levanda um mini-dhcp server para os clientes…
Macports Mini-Howto
Nov 4th
MacOs X não é livre , mas sua base é, incluindo os compiladores e ferramentas de sistema em geral, a própria libc do sistema é aberta, assim como o kernel. Isso faz dele um sistema meio-livre e compativel com a maioria dos programas livres que existem na sua distribuição linux favorita, dentre eles o KDE e suas ferramentas o XFree86/Xorg e até mesmo o
Uma lista bem completa, e indispensável, de softwares de código aberto para o Mac pode ser vista em : http://www.opensourcemac.org/
Como eu falei, programas unix em geral são compatíveis com o Mac, na real o sistema Leopard recebeu uma certificação Unix legítima…. O linux não tem um certificado desses, além de : Unix -> Caldera -> SCO
Em todo caso, o MacOs X segue os padrões Unix a risca, e isso garante que você vai rodar um apache, mysql, vim entre outros softwares projetados para sistemas Unix.
Em um mac você pode sem problema algum usar a trinca ./configure, make, make install para instalar seus programas favoritos…. Mas isso é chato e nada prático, os linux tem os pacotes RPM, DEB e TGZ, no mac tem os DEB mas o foco desse post é o Macports, antes conhecido como Darwinports.
O macports é derivado do sistema ports do freebsd, e funciona de forma parecida, ele puxa os fontes , aplica os patchs compila e instala tudo pra você.
Instalar é boiada, primeiro vc tem que pegar a versão mais recente do Xcode, ele
está no CD de instalação do MacOsX ou no site da apple.
Como o meu sistema é o Leopard, estou usando o XCode 3.0, e meu macports é versão 1.5.0.
http://svn.macosforge.org/repository/macports/downloads/MacPorts-1.5.0/MacPorts-1.5.0-10.5.dmg
No Então é só clicar duas vezes e seguir o wizard (next > next > finish)
É recomendavel instalar o X11 também, procure por ele no cd de instalação do mac.
Após instalar o macports, abra um terminal e crie o arquivo ~/.profile com o comando :
sudo nano ~/.profile
Com o conteúdo :
export PATH=/opt/local/bin:/opt/local/sbin:$PATH
export DISPLAY=:0.0
Feito isso feche o terminal (Command + Q) e abra de novo.
O primeiro comando que você vai usar sempre que for instalar algo novo será :
sudo port -v selfupdate
O argumento “-v” liga o modo verbose do comando, e o selfupdate busca no site oficial por atualização dos pacotes, uma espécia de yum updade uo apt-get update.
Você pode buscar por um pacote no banco de dados de duas formas, manualmente , no diretório :
/opt/local/var/macports/sources/rsync.macports.org/release/ports/audio/
Ou usando o comando ports :
greyfoxII:~ root# port search gimp
gimp-app aqua/gimp-app 2.4.0 Gimp.app application bundle
macclipboard-gimp aqua/macclipboard-gimp 0.7 Gimp <-> Mac clipboard
macfile-gimp aqua/macfile-gimp 0.1 "Show in Finder" Gimp plugin
gimp graphics/gimp 2.4 The Gimp - Batteries Included
gimp-gap graphics/gimp-gap 2.2.2 The Gimp Animation Package.
gimp-jp2 graphics/gimp-jp2 0.1 Gimp JPEG 2000 plug-in.
gimp-lqr-plugin graphics/gimp-lqr-plugin 0.3.0-6 Liquid Rescale Gimp plug-in.
gimp-user-manual graphics/gimp-user-manual 0.13 A multilingual user manual for the Gimp (broken).
gimp2 graphics/gimp2 2.4.2 The GNU Image Manipulation Program
icns-gimp graphics/icns-gimp 0.1 Gimp file format plug-in for Macintosh icon files (.icns)
p5-gimp perl/p5-gimp 2.0 Gimp Extensions/Plug-ins/Load and Save-Handlers in perl
gimp-print print/gimp-print 4.2.7 Print Plugin & Ghostscript (and CUPS) Driver
Agora vamos instalar um pacote. Assim como o ports original e o emerge do gentoo, você pode customizar o processo de compilação incluindo ou desativando recursos, para verificar os recursos extras disponíveis para o pacote
Por exemplo para o PHP5 o comando seria :
greyfoxII:~ root# port -v variants php5
php5 has the variants:
universal
darwin_6
darwin_7
darwin_8
macosx
apache
apache2
fastcgi
imap
tidy
mssql
snmp
macports_snmp
mysql3
mysql4
mysql5
postgresql
sqlite
ipc
pcntl
pear
sockets: Add socket communication functions
Para instalar o nosso pacote com os recursos que queremos mostrando na tela os progressos durante a contrução dos binários , use o comando :
sudo port -v install php5 +apache2 +postgresql +sqlite
Para listar os programas instalos pelo ports :
port installed
Para atualizar basta usar os comandos :
port selfupdate
Veja os pacotes obsoletos com :
port outdated
Para atualizar um pacote :
port upgrade pacote
Para atualizar tudo :
port upgrade outdated
É isso, simples, estável e funciona, viva o macports.
PS: MACOSX é um sistema operacional fechado, que atenta a sua privacidade e sua liberdade. Use linux e seja livre


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