Blog Nerd do Liquuid

Yaourt no Repo



Yaourt permite que usemos os pacotes da comunidade Arch Linux ( AUR ) da mesma forma que gerenciamos pacotes com o pacman. Isso é bem legal já que a maioria dos pacotes interessantes para o ArchLinux estão nos repositórios não oficiais do AUR.

Confesso que não uso a ferramenta já que gosto de revisar e incrementar os scripts antes de instalar os pacotes na minha máquina, essa é uma das razões pela qual mantenho meu repositório .

Em todo caso adicionei a ferramenta ao meu repositório, é inacreditavel que o Yaourt não esteja em nenhum dos repositórios oficiais... Mas levando em conta os riscos que a utilização do yaourt impõe ao sistema, faz sentido manter ela fora. Antes que me perguntem que tipo de falhas, se eu criar um usuário no AUR, e fizer o upload de um script malicioso ele passa a ser visivel imediatamente a todos usuários do yaourt, e como a maioria não revisa os scripts da pra imaginar uma verdadeira epidemia entre todos os 16 usuários do yaourt mundo a fora.


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Squeak



Squeak é uma implementação livre criada pela Apple da hyper poderosa Small Talk . O legal de squeak é que você pode levar sua imagem de memória pra onde quiser, e rodar dentro de uma virtual machine :) Seus programas ficam todos nessa imagem que na verdade funciona como uma cópia da RAM, não me pergunte o que acontece caso exista um bug no gerenciador de memórias desse treco :P

Estou estudando esse programa como uma ferramenta para ensinar programação para leigos, de quebra adotei o pacote no AUR e agora sou seu mantenedor coisa e tal. Mas como todo bom pacote do AUR, não está nos repos oficiais, logo adicionei ao meu repositório pessoal , e para usar meu repositório no seu archlinux leia este post.


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ESPEAK, o say do linux !



Eu sempre me gabei pelo comando "say" ,um sintetizador de voz que só existe em MAC OSX. Nele você escreve "say bitch" e ele fala "bitch", levando em conta as inflexões, pontuações além do fato dele saber cantar. Mas agora descobri que o linux tem algo parecido, e com vantagens. Pra instalar é fácil :

pacman -S espeak

Pra usar mais fácil ainda:
espeak -v brazil "walrus ama seu imac de paixão"

Você pode ainda mudar o sotaque do sintetizador trocando o "brazil" por "french" ou "german", bem legal. Mas o say tem uma vantagem, ele pode ler qualquer elemento da tela, e não apenas textos via tty... não se pode ter tudo.


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Guia do Desktop Redondo - Archlinux pt1



Me chamem de lobista, mas convenci "Tha Boss" a me dar um Imac Core 2 Duo de 20 polegadas ao invez de um Dell Caro e Ruim. Como Walrus tem sua mesa de frente pra minha é lógico que não ia querer passar vergonha e pegou um imac também. Com isso posso dizer com absoluta certeza que já influênciei pelo menos 20 pessoas a comprarem macs... Eu juro que não ganho um tostão da Apple... Hei Jobz, hire me I'll Improve your sellings in 50% at least ;-)

Mas fiz uma promessa pra mim mesmo, antes de mergulhar no Leopard, faria uma instalação perfeitamente redonda do archlinux nessa máquina, já que não existe um guia sequer abordando a instalação dessa distro nessa máquina... Sinal que a galera ta desencanando de rodar linux em macs.

A parte 1 desse guia é simples, ridiculamente simples, macs agora são ridiculos de instalar se você já instalou um archlinux na sua vida saiba que não há diferenças entre um Mac e um PC, portanto não vou ensinar como se faz isso.

Outro ponto importante apenas se pretende fazer dual boot com o OSX e se vais usar o driver proprietário da ATI USE O BOOTCAMP , esse drive só funciona se a máquina tiver BIOS e os macs não tem. A parte boa é que o BootCamp emula uma bios e isso possibilita o uso do driver sem problemas, a parte ruim é que eu não consegui fazer o bootcamp bootar meu linux então não vou cobrir seu uso nesse guia.

Não vou te enganar, a melhor ferramenta de dual ou triple boot (macs rodam windows) é o refit , apesar dos pesares ele é menos complicado que o BootCamp, eu usei ele para fazer minha instalação.

A primeira grande treta que tivemos foi o driver de vídeo, esse imac tem uma radeon 2600 HD e essa placa é porcamente suportada pelo driver radeon que estava acostumado a usar, o driver certo se chama radeonhd , e só com ele o imac fica usavel no linux... (Essa é a dica mais importante da parte 1 do tuto)

No mais a rede com fio foi detectada sem maiores problemas, na parte 2 vou falar como configurar o wifi, bluetooth e etc...


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Controle de frequência de CPU no archlinux



Hoje passei o dia zoado, a dor de cabeça e as tonturas me deixaram de cama boa parte do dia, e por tabela deixei dúzias de contatos falando sozinhos no jabber, sorry guys. Mas o monólogo mais interessante foi o do ID, que resolveu sozinho uma dúvida de milhões de vítimas de computadores que usam BIOS, o controle da frequência da CPU, segue o copy and paste do papo:
[17:45:45] id: liquuid!!!
[17:45:45] id: consegui!!!
[17:46:06] id: agora tenho controle sobre a frequencia da cpu
[17:46:29] id: vc disse q tem probs pra conseguir isso neh? xo te dizer como ele funciona
[17:48:31] id: com o cpufreqd e cpufrequtils instalados
[17:48:33] id: para intel: adicione como primeiro a carregar no modules do rc.conf acpi_cpufreq
[17:48:37] id: para AMD use powernow-k8
[17:49:40] id: adicionando em seguida cpufreq_stats cpufreq_ondemand cpufreq_conservative cpufreq_powersave
[17:51:09] id: edite o rc.locar adicionando:
[17:51:09] id: echo "ondemand" > /sys/devices/system/cpu/cpu0/cpufreq/scaling_governor
echo "ondemand" > /sys/devices/system/cpu/cpu1/cpufreq/scaling_governor
[17:51:44] id: no /etc/conf.d/cpufreq
[17:51:44] id: marque min e max_freq como comentário e deixe o governor="ondemand"
[17:51:44] id: isso resolve
[17:51:55] id: akele controlador de frequencia do gnome deve ser capaz de controlar isso sem probs
[17:52:07] id: agora meu pc naum ferve mais no arch kkkkkk
[17:55:17] id: ah eh
[17:55:46] id: o cpufreq-info te diz quais as frequencias suportadas e os modos
[17:55:46] id: ae vc carrega soh os q ele suporta
[19:12:47] id agora está Desconectado

Aeeee, parabéns ! Pra ficar melhor só falta você ter um blog !


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Meus pacotes no AUR



Além do meu repositório , tenho alguns pacotes no AUR do archlinux, de uma sacada nos pacotes. Eles são facilmente acessíveis via yaourt .

Acesse : http://aur.archlinux.org/packages.php?SeB=m&K=liquuid


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iTunes no Linux



Finalmente consegui rodar o iTunes no linux via Wine, tá não é nada que ninguém já não tenha feito mas pra mim é novidade, então posto aqui :

iTunes no linux

Aparentemente ele synca com ipod (no meu não obrigado), baixa os podcasts, toca músicas e vídeo, mas o desempenho é sofrivel com lags gráficos terrivelmente grandes. Mas é mais uma alternativa pra quem não gosta dos jukebox disponíveis pra linux.

Vou ser sincero, eu não gosto dos jukebox pra linux, já testei todos mas a tática dos developers de imitar o itunes não tá funcionando... E na verdade me irrita bastante, pois o mínimo que posso esperar de um programa que copia a interface do itunes é que ele funcionem tão bem quanto.

Mas sendo um pouco justo, gosto bastante do Banshee, que é feito em mono imita o itunes e funciona quase tão bem quanto.


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Banco de dados do pacman



Pacman é o gerenciador de pacotes do archlinux, e como tudo no archlinux ele é simples e tosco (no bom sentido) . Ao contrario do RPM e dpkg que usam banco de dados binários, o pacman tem uma abordagem mais semelhante ao dos BSDs, mantendo as informações dos pacotes em arquivos TXT.

Essa abordagem também é utilizada no slackware, mas em sua implementação a solução é ainda mais tosca, no slack o installpkg guarda as informações em arquivos com o nome dos pacotes no diretório /var/log/packages, por exemplo : /var/log/packages/whois-4.7.21-i486-1 . O conteúdo desses arquivos no slackware é parecido como segue abaixo :


liquuid@aletta:/var/log/packages$ cat whois-4.7.21-i486-1 
PACKAGE NAME:     whois-4.7.21-i486-1
COMPRESSED PACKAGE SIZE:     39 K
UNCOMPRESSED PACKAGE SIZE:     150 K
PACKAGE LOCATION: /var/log/mount/slackware/n/whois-4.7.21-i486-1.tgz
PACKAGE DESCRIPTION:
whois: whois (whois directory client)
whois:
whois: This is an enhanced whois (RFC 954) client derived from the BSD and
whois: RIPE whois programs.  It can automatically select the appropriate
whois: whois server for most queries.
whois:
whois: This version of whois was written by Marco d'Itri
whois: For more information, see:  http://www.linux.it/~md/software/
whois:
whois:
whois:
FILE LIST:
./
usr/
usr/share/
usr/share/locale/
usr/share/locale/ru/
usr/share/locale/ru/LC_MESSAGES/
usr/share/locale/ru/LC_MESSAGES/whois.mo
usr/share/locale/no/
usr/share/locale/no/LC_MESSAGES/
usr/share/locale/no/LC_MESSAGES/whois.mo
usr/share/locale/el/
usr/share/locale/el/LC_MESSAGES/
usr/share/locale/el/LC_MESSAGES/whois.mo
usr/share/locale/ja/
usr/share/locale/ja/LC_MESSAGES/
usr/share/locale/ja/LC_MESSAGES/whois.mo
usr/share/locale/es/
usr/share/locale/es/LC_MESSAGES/
usr/share/locale/es/LC_MESSAGES/whois.mo
usr/share/locale/de/
usr/share/locale/de/LC_MESSAGES/
.
.
.
.
usr/doc/whois-4.7.21/COPYING
usr/man/
usr/man/man1/
usr/man/man1/whois.1.gz
install/
install/slack-desc

Arquivo possui apenas uma descrição completa do pacote, tamanho do pacote e a lista de arquivos instalados no sistema. Não há informações sobre dependências (ao contrario das crendices populares o slackware também precisa corrigir dependências) , num sistema slackware puro o usuário deve corrigir as depedências manualmente. Também não está registrado os checksums, o usuário deve checar a autenticidade dos pacotes que está instalando manualmente.

O pacman tem uma abordagem diferente, ele traz dois bancos de dados, um local e outro remoto (sync). Ambos ficam no diretório /var/lib/pacman/{local,sync}. O banco de dados local é populado com diretórios, um para cada pacote instalado, exemplo : yasm-0.7.1-1 . Dentro desse diretório encontramos três arquivos : depends , desc e files.

O arquivo depends traz informações sobre as dependências exemplo :


[liquuid@amakusa yasm-0.7.1-1]$ cat depends 
%DEPENDS%
glibc


O arquivo desc, traz informações como tamanho, empacotador etc...


[liquuid@amakusa yasm-0.7.1-1]$ cat desc 
%NAME%
yasm

%VERSION%
0.7.1-1

%DESC%
Yasm is a complete rewrite of the NASM assembler designed from the ground up to allow for multiple assembler syntaxes to be supported (eg, NASM, TASM, GAS, etc.)

%URL%
http://www.tortall.net/projects/yasm/

%LICENSE%
custom

%ARCH%
i686

%BUILDDATE%
1211487016

%INSTALLDATE%
1216511055

%PACKAGER%
AndyRTR_

%SIZE%
1623772

%REASON%
1


O arquivo files lista o conteúdo do pacote:


[liquuid@amakusa yasm-0.7.1-1]$ cat files 
%FILES%
usr/
usr/bin/
usr/bin/yasm
usr/include/
usr/include/libyasm-stdint.h
usr/include/libyasm.h
usr/include/libyasm/
usr/include/libyasm/arch.h
usr/include/libyasm/assocdat.h
usr/include/libyasm/bitvect.h
usr/include/libyasm/bytecode.h
usr/include/libyasm/compat-queue.h
.
.
.
usr/share/licenses/
usr/share/licenses/yasm/
usr/share/licenses/yasm/COPYING
usr/share/man/
usr/share/man/man1/
usr/share/man/man1/yasm.1.gz
usr/share/man/man7/
usr/share/man/man7/yasm_arch.7.gz
usr/share/man/man7/yasm_dbgfmts.7.gz
usr/share/man/man7/yasm_objfmts.7.gz
usr/share/man/man7/yasm_parsers.7.gz

O diretório sync traz informações parecidas para todos os pacotes oferecidos pelos servidores remotos. Dentro do sync existe um diretório para cada repositório, e dentro dele diretórios para todos os pacotes. Assim como nos pacotes instalados localmente os pacotes listados no diretório sync também tem suas propriedades descritas por arquivos, mas apenas : depends e desc. Mas com uma diferença básica. o arquivo desc possui um hash md5 para garantir a autenticidade do pacote.

Simples, tosco e funcional :0)


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Meu repositório Arch Linux :-D



Agora eu tenho meu repositório particular de pacotes binários para o archlinux i686, para adicionar meu repo no seu pacman adicione as seguintes linhas no final do arquivo pacman.conf do seu sistema :

[liquuid]
Server = http://www.liquuid.net/arch/repo/

Para listar os pacotes disponíveis no meu repositório digite :
pacman -Sy
pacman -Sl liquuid

Simples rápido e sem complicação. PS: Todos pacotes testados e aprovados pelo namcap !


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Pacman, comandos básicos



O arch linux tem o gerenciador de pacotes pacman, que é esperto como o yum do fedora, e rápido como um tar xzvf :) Note que não falei do apt-get :P

A lógica de funcionamento é diferente dos outros packages managers , ele tem basicamente quatro campos básicos, e algumas ações inerentes a esses campos. Os campos são :

  • S : Sync, ele sincroniza os comandos de ação à árvore de pacotes dos mirrors
  • U : Upgrades ,realiza Upgrades a partir de pacotes locais ou URLs, mas não resolve dependências
  • Q : Query, realiza buscas e operações com seu banco de dados de pacotes locais, como dependências, package ownership de arquivos , lista pacotes etc...
  • R : Remove pacotes, com suas dependências ou não

A conjunção dos campos com as ações no início não são nada intuitivas, mas com o tempo as coisas fazem mais sentido . Segue uma tabela comparativa entre yum, apt, emerge e pacman :

descrição pacman apt / dpkg yum / rpm emerge
Sync com servidor pacman -Sy apt-get update - emerge --sync
Atualização do sistema pacman -Suy apt-get upgrade/dist-upgrade yum update emerge -u world
Busca por pacotes pacman -Ss apt-cache search yum search emerge -s
Instalação de pacote via servidor remoto pacman -S apt-get install yum install emerge
Instalação de pacote local pacman -U/A dpkg -i yum install -
Remoção de pacotes pacman -R apt-get remove yum remove emerge unmerge
Listar conteúdo de pacote pacman -Ql dpkg -L rpm -ql ???
Encontrar pacote dono de arquivo pacman -Qo dpkg -S rpm -qf ???

Os campos marcados com "-" não se aplicam ao programa, os campos com "???" eu desconheço tal função, o que não quer dizer que não exista.

Esses são os comandos que mais uso no dia a dia, espero que a tabelinha seja útil :)


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Bye Bye Gentoo, Hi Arch !



Domingo a noite, saco cheio , formatei minha máquina e aderi a moda do archlinux :)

O pacman traz conceitos diferentes aos que estou a custumado, mas é muito rápido, e cobre todas as minhas necessidades em gerenciamento de pacotes. O boot á rápido ! O gargalo do boot é no HD, pois os scripts BSD são o cumulo da eficiência.

Archlinux me seduziu por fundir o melhor de dois mundos, fedora + slackware, a velocidade de atualizações do fedora e a simplicidade do slack. A distro me lembra muito o komain, que desenvolvi entre 2004 e 2005, eu realmente estava cogitando o retorno da distro, mas após instalar o Archlinux aqui em casa, vejo que realmente não faz o menor sentido...

Já o gentoo, desisti pelos motivos de sempre, pacotes antigos, falta de inovação, comunidade perdida etc... Vou usar mais o arch e fazer um review em breve, mas até aqui posso dizer com segurança que é a distribuição mais mão na roda que já usei.


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Arch Linux, os bons tempos voltaram ?



Minha história com o linux sempre foi meio conturbada mas durante muito tempo foi uma relação estável e saudável. Nunca fui fiel a uma única distribuição, sempre migrei para as versões mais novas conforme o release, naquela época não era possível baixar uma ISO da internet em um dia , dois ou uma semana :P

Eu comprava minhas distros na livraria temporeal , custava 10 reais cada CD... Minha primeira distro foi o Debian Potato, lixo completo, não reconhecia vídeo, áudio ou o meu modem... Depois comprei o Conectiva 5, ainda tenho o box, funcionou o vídeo mas nada de áudio ou modem. Então migrei pro mandrake, funcionou vídeo com aceleração 3d , som mas não o modem.

O slackware foi uma revolução, pois com ele aprendi a compilar o kernel, o que me abriu um mundo novo de possibilidades... Com ele deixei de ser refém do linux e tomei o controle, fiz aceleração 3D, som e após 6 meses o meu modem... Com isso aposentei o Windows 2000 que tinha na minha máquina e nunca mais usei sistemas da Microsoft pra algo além de jogar.

É claro que depois conheci, gentoo, redhat, LFS, fiz minhas próprias distros , fiz as pazes com o debian, odiei o ubuntu, mandei o debian pra PQP, conheci o fedora , abandonei o fedora , voltei pro gentoo .... Mas quero me ater ao Slackware pois ele me lembra muito o ArchLinux.

O slackware fez minha alegria pois todo o sistema deve ser configurado na mão, não existem configuradores automáticos ou scripts que ninguém sabe pra que serve. Um ótimo ambiente para aprendizado, ideal para quem tem máquina velha. Deixei de usar o slack por mais de 2 / 3 do meu sistema era composto de pacotes que eu mesmo fazia, o número de pacotes era tão grande que enchia 2 cds com pacotes TGZ, e olha que na época cabia o KDE e o GNOME inteiros em um único CD-ROM de 650 Mb. Junto com Roberto Parra, hospedamos boa parte desses pacotes no seu servidor e doamos para o site linuxpackages , naquela época não conhecia o coletivo Saravá , que possuem um dos maiores e melhores repositórios de pacotes slackware .

O que me incomodava no slack era o sistema de pacotes, que não tinha resolução de dependências ou upgrades, e levando em conta que gastava boa parte do meu tempo recompilando pacotes minha migração para o Gentoo foi natural . Nessa época o gentoo bombava, a politica era a de pacotes novos sempre... Mas esse espirito se foi com a saída de Daniel Robins a distro ficou abandonada e hoje está sem rumo.

O Arch linux ocupou esse espaço deixado pelo gentoo, com as vantagens do slack e do fedora, saca a política dos caras :
  • Pacotes recentes, custe o que custar, bem no estilo fedora
  • Sistema simples, com scripts de inicialização estilo BSD, como no Slackware
  • Pacotes binários com foco em desempenho apenas para i686 e x86_64, desempenho bom como no gentoo
  • Facilidade de criação de pacotes, como no slack
  • Instalação em TXT, com dialogos, muito simples, como no slack
  • Detecção automática de hardware de c* é r**a !!!
  • Gerenciamento de pacotes rápido e eficiente, resolvendo conflitos sem precisar de apt-get -f install , viva o Pacman !
  • Distro muito bem documentada como o Gentoo, e com ótimos cérebros nas listas... Diferente das listas do Ubuntu e Fedora que só tem n00b
A distro é muito legal, e é a distro geek que mais cresce atualmente ! Por incrivel que pareça ela tem foco em usabilidade, não estressa os nerds de plantão, acaba com os aborrecimentos tipicos de uma configuração/manutenção do slack . E não é recomendada para n00bs, vai usar Ubuntu seu lerdo !

Senti uma certa nostalgia ao usar o arch, e me lembrei dos bons tempos de quando usar o linux era uma experiência gratificantes ,educativa e divertida. Arch vem com muitos drivers proprietários nos repositórios e no CDROM, oque elimina a parte chata de usar uma distro tão simples.

Nas minhas próximas máquinas vou instalar Arch com certeza, e agora passa a ser minha recomendação de distro para o ano de 2008 ;-)


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Agora vai !!! Linux em placas mãe.



O caminho até a dominação do desktop pelo linux (ou a sua completa insignificância nesse segmento), agora esta mais curto. A Asus anunciou que TODAS, isso mesmo, TODAS suas placa mãe virão com o linux splashtop pré instalado. Isso significa Milhões de computadores rodando linux direto da fabrica e com compatibilidade total com o harware.

Só pra se ter uma idéia, o splashtop já vem com navegador de internet , Instant messenger e SKYPE, além de levar apenas 2 segundos pra inicializar, futuras versões virão com uma máquina virtual, de onde será possível bootar os sistemas instalados no HD ...

Essa tática suj... digo inteligente pode alavancar o uso de linux no mundo, e quem sabe sua popularidade.

Eu particularmente acho que só vai melhorar os números, mas enfim...

E como diria o zagalo, "Vocês vão ter que me engolir"


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Fim dos testes com fedora 9 beta



Bem, acho que já deu, não tenho muito a acrescentar com relação aos outros posts , então vou colocar um fim nesses testes.

A distro evoluiu muito durante esse periodo, vários bugs chatos foram sanados, vários comportamentos insanos foram sanitizados, mas juro que nunca me senti tão refém de um linux na minha vida eheh Acho que nem mesmo quando eu era um nOOb xarope não pastei tanto ,dezenas de pacotes quebrados, programas não funcionais, drives quebrados ,mas no fim o meu veredicto é o seguinte:

  • Os novos programas são bem legais, o desktop linux deu um grande salto nesses ultimos meses e poucas distribuições já tem em seus repositórios programas tão frescos.
  • O KDE 4 não mostrou a que veio, eu sinceramente não queria um clone do OSX, o plasma é um clone do OSX + vista que claro , apresenta novas possibilidades, mas nada com aquilo que eu esperava quando vi o manifesto plasma pela primeira vez.
  • Acho bola fora colocar programas que não estarão completamente estáveis na data de lançamento, como o firefox e o xorg , sinceramente não entendi a razão dapressa.
  • Não vi o novo sistema de boot funcionando
  • A artwork do fedora 9 será o pior que já vi em toda a familia redhat / fedora, sério, se o que vi até aqui é a arte final, de 0 a 10 a nota é 4 .... Veja a arte do ubuntu que é maravilhosa na versão 8.04
  • No mais, sem grandes modificações, fedora é sempre fedora, estavel robusto etc...

Eu tenho certeza que já vi tudo que era pra ser visto na nova versão, então vou mudar os ares, pensei, pensei, e acho que é a vez de voltar para o gentoo , distribuição que já foi referência em inovação e que hoje passa por uma série de crises. Optei pelo gentoo e não um dos seus derivados (sabayon, vidalinux etc...), por uma razão simples, já fui um colaborador ativo na versão PPC, testanto criando e mantendo uma série de ebuilds, nunca fui barrado por nenhum desenvolvedor mal humorado... Acho que posso ser útil novamente na comunidade que ganhou meu coração entre 2002 e 2006 :)

Então é isso gentoo 64 no meu desktop até o fim do ano, fedora agora só a versão 10 (que vai ser beeem bonita por sinal :)


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quota de disco no fedora



Se você é um sysadmin com poucos recursos de hardware, ou é um ditador tirano como eu, implementar quotas de disco no sistema é fundamental para a saúde do sistema. Como sempre vou usar o fedora como base para a instalação e para a sua sorte ele já vem com esse recurso ativado no kernel por padrão. De nada adianta uma distribuição organizada se você quer usar um sistema de arquivos bizarro da árvore do AM, quota só rola legal em sistemas ext2/ext3 , em xfs eu nunca testei, e a implementação de quotas do reiserfs não é software livre.

yum install quota

Existe dois tipos de quota de disco, quota por usuário e quota de grupo, preciso explicar ? Que bom que não. Caso você vá implementar quota por usuário você deve adicionar usrquota ao campo de parâmetros da respectiva linha de sua partição no arquivo /etc/fstab , por exemplo :

/dev/ubda               /                       ext3    defaults,usrquota        1 1
tmpfs                   /dev/shm                tmpfs   defaults        0 0
devpts                  /dev/pts                devpts  gid=5,mode=620  0 0
sysfs                   /sys                    sysfs   defaults        0 0
proc                    /proc                   proc    defaults        0 0
/dev/ubdb               swap                    swap    defaults        0 0

Caso use quotas por grupo adicione grpquota, simples né ? Feita as modificações você deve remontar a partição :

mount -o remount /

Agora devemos criar o arquivo de controle quotas, como segue no exemplo :

# touch /home/aquota.user
# chmod 600 /home/aquota.user

Caso use quota por grupo use :

# touch /home/aquota.group
# chmod 600 /home/aquota.group

Agora você deve rodar o comando quotacheck -vagum , ele vai reclamar de algumas coisas, mas não leve ele a sério.

Para editar as quotas dos seus users use o edquota -u usuario , então você verá algo desse tipo :

Disk quotas for user (uid 505):
  Filesystem                   blocks       soft       hard     inodes     soft     hard
  /dev/ubda                        16  300000000  350000000          6        6        0

Soft é a quota flexivel, ela pode ser extendida temporariamente até o limite definido em hard , ou seja durante um certo periodo o usuario pode manter mais arquivos do que o limite imposto , após esse período o usuário perde o direito de escrever no disco, legal né ? Se o usuário for um espertinho e tentar escrever um arquivo maior que o imposto pelo Hard, o sistema bloqueia a escrita.

O tempo em que o usuário pode ficar com a quota estourada é definida pelo comando edquota -t

Feito isso, corra para o abraço, não dos seus usuários, eles vão te odiar.


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Wifi na linha de comando, sem medo



Dúvida frequente de novatos é como configurar o wifi no linux via linha de comando. Não vou explicar instalar os drivers , as minhas experiências já foram relatadas nesse blog. O objetivo é como escanear, se conectar em um rede sem fio:

  • iwlist scan : Esse comando retorna todas as redes visiveis ao alcance do seu computador
  • iwconfig DEVICE essid REDE : Device é o nome da sua placa de rede pro sistema, pode ser wlan0, ath0 o uaté mesmo eth0 dependendo do driver da sua placa. REDE é o nome da rede que você vai se conectar, por exemplo Sala2 / linksys etc...
  • iwconfig DEVICE key senhadowifi : Caso a rede seja protegida por senha passe a senha por esse comando, mas só após escolher a senha com o comando anterior.
  • dhclient DEVICE : Após escolher a rede você deve atribuir um IP a sua máquina, esse comando pega o IP automáticamente.
  • ifconfig DEVICE xxx.xxx.xxx.xxx : Caso o seu roteador wifi não esteja configurado , talvez você tenha que configurar seu ip manualmente, pergunte ao administrador do router para saber qual faixa de ip você terá que usar

Esses comandinhos são os mais básicos, o suficiente pra estabelecer uma conexão. Caso o comando iwconfig não retorne nada ou retorne "No wireless interfaces found" existe uma chance boa da sua placa não estar devidamente configurada.


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Mac OS X pisa na bola



Eu sou um entusiasta do sistema da apple , e o Leopard me deixou tão satisfeito que não tive coragem até agora de particionar o HD do meu macbook pro pra instalar linux. O sistema praticamente não da trabalho, um update aqui e ali, raros travamentos, desempenho razoavel (linux assasina o OSX quando o assunto é desempenho e bateria), mas quando resolve me pentelhar faz bem feito.

Já formatei meu notebook 3 vezes, uma quando comprei, outra quando notei que após 3 migrações de notebooks estavam fazendo mal ao meu sistema ( do ibook pro powerbook e agora pro macbook), e agora por problemas com Utter Crap HFS .

Quando fiz o segundo format eu notei que meu sistema antigo estava configurado para ser Case-Insensitive, ou seja "Isso==iSSo". Como minha escola é Unix pra mim nada mais natural do que usar um sistema Case-Sensitive onde "iSSo é diferende de IssO", pena que os desenvolvedores de software pra plataforma não sabem disso. Logo após restaurar minhas tralhas do backup notei que meu Warcraft III - TFT não tava mais rolando, reclamava de arquivos faltando, fui corrigindo o case dos nomes dos arquivos um por um, e quando notei que eram centenas, fiz um script mas foi inútil pois a Engine do jogo não segue um padrão ao chamar os arquivos.... A minha solução foi criar uma imagem de disco Case- Insensitive e botar o game dentro. Deu certo, e a vida continuou.

Nas crises da vida, notei que se eu quiser ter um futuro conjulgal terei que lidar menos com a máquina e mais com sentimentos, emoções e arte. Então decidi voltar a desenhar e tentar a sorte profissionalmente no médio prazo... Então nada mais natural do que dominar as ferramentas básicas padrão do mercado. Domino bem o Gimp e o Inkscape, e sei que eles tem limites, mas nunca instalei um illustrator ou photoshop na vida e sei que eles tem virtudes. Após um interminavel download do site da Adobe quando fui instalar a versão Trial do Flash :

Pra não cair no problema do Warcraft a Adobe simplesmente limou o suporte ao HFS Case-sensitive, pensei comigo que seria possível usar a mesma estratégia do Warcraft, criando uma imagem de disco e jogando tudo dentro... Errei ! Tive que reformatar meu HD usando Case Insensitive pra evitar futuros problemas. O problema não tem outra solução, e segundou alguns MacAcos velhos que conheço esse tipo de incompatibilidade sempre rolou.

É como eu disse, quase não da trabalho, mas quando da normalmente é perda total :P


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Compartilhando wifi com Leopard



Ok, parece ridículo, mas levei 2 horas pra descobrir que compartilhar rede usando o Leopard é ridículamente simples, mais fácil que no Tiger. Então vamos lá : System Prefs > Sharing > Internet Sharing, escolha o wifi como fonte de internet, e marque os dispositivos que serão beneficiados com a rede, ou seja, firewire, ethernet, bluetooh etc...
Apó essa configuração as máquinas clientes devem ser configuradas pegar o IP por DHCP.

Eu demorei tudo isso, simplesmente porque no linux além de usar os comandinhos básicos normalmente os ips do cliente são criados estaticamente, ou seja, eu estava configurando os clientes para uma rede que não existia.... Só depois vi que o Leopard cria automaticamente os aliases nos devices e de quebra levanda um mini-dhcp server para os clientes...


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Netscape Foreviss !



Em 1997 tive meu primeiro contato com a internet, nessa época eu era rato de biblioteca, e vivia pesquisando sobre MSX e informática em geral. Um belo dia observei que tinha uma fila enorme perto de umas estantes, era um PCzão com windows 95 conectado a internet, 30 minutos pra cada um usar.

Corri na casa de amigos mais abastados e peguei seus guias de internet, e assim, usando um PC público rodando windows 95 e IE 4.x tive meu primeiro contato com a WWW. Repeti a dose por mais 3 ou 4 dias, e então enjoei da internet e voltei aos livros.

Em 2000 quando entrei no curso de matemática do IME (que abandonei no primeiro semestre), tive um novo contato com a internet, dessa vez no linux e o navegador era o Netscape, meu grande aliado nas pesquisas não acadêmicas que fiz, um dos grandes culpados por eu ter perdido o interesse na graduação, e dessa vez graças ao yahoo eu não enjoei da internet :)

O Netscape 4 no linux era bem mais acabado que no Windows, muito mais robusto que o IE4 , e mais rápido também, o único problema eram os sucessivos Segmentation Faults, e os gigantescos coredumps gerados, fui uma época de ouro, não tinha flash nem ajax, CGI com perl era o ó do borogodó em web dinâmica, google ? orkut ? Youtube ? Bittorrent ? Que nada, o que pegava mesmo era o ftp, e o navegador de ftp do Netscape era o melhor ! Sem falar no Composer, um editor HTML WYSWYG que permitiu que eu desenvolvesse sites brilhantes como esse aqui sem nenhum esforço. E ainda tinha o Mail e a agenda, todas ferramentas de primeira. Devo confessar que naquela época usar linux era mais legal, KDE usava software proprietário e Gnome era uma mera barra tarefas, mas o gimp já era tão poderoso quanto hoje, sem falar no XV, Pine putz... bateu uma nostalgia...

O Netscape morre daqui 4 dias, depois de agonizar por anos e anos, mas a AOL montou um site com todas as versões opensource disponíveis do navegador, juro que vou tentar instalar no meu fedora, e matar a saudade (e morrer de raiva).


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Macports Mini-Howto



MacOs X não é livre , mas sua base é, incluindo os compiladores e ferramentas de sistema em geral, a própria libc do sistema é aberta, assim como o kernel. Isso faz dele um sistema meio-livre e compativel com a maioria dos programas livres que existem na sua distribuição linux favorita, dentre eles o KDE e suas ferramentas o XFree86/Xorg e até mesmo o mplayer... Na verdade essa lista não termina, sério, tudo que é compativel com o linux roda em mac, até mesmo os drivers de hardware são compartilhados entre os sistemas.

Uma lista bem completa, e indispensável, de softwares de código aberto para o Mac pode ser vista em : http://www.opensourcemac.org/

Como eu falei, programas unix em geral são compatíveis com o Mac, na real o sistema Leopard recebeu uma certificação Unix legítima.... O linux não tem um certificado desses, além de : Unix -> Caldera -> SCO :) Em todo caso, o MacOs X segue os padrões Unix a risca, e isso garante que você vai rodar um apache, mysql, vim entre outros softwares projetados para sistemas Unix.

Em um mac você pode sem problema algum usar a trinca ./configure, make, make install para instalar seus programas favoritos.... Mas isso é chato e nada prático, os linux tem os pacotes RPM, DEB e TGZ, no mac tem os DEB mas o foco desse post é o Macports, antes conhecido como Darwinports.

O macports é derivado do sistema ports do freebsd, e funciona de forma parecida, ele puxa os fontes , aplica os patchs compila e instala tudo pra você.

Instalar é boiada, primeiro vc tem que pegar a versão mais recente do Xcode, ele
está no CD de instalação do MacOsX ou no site da apple.

Como o meu sistema é o Leopard, estou usando o XCode 3.0, e meu macports é versão 1.5.0.

http://svn.macosforge.org/repository/macports/downloads/MacPorts-1.5.0/MacPorts-1.5.0-10.5.dmg

No Então é só clicar duas vezes e seguir o wizard (next > next > finish)




É recomendavel instalar o X11 também, procure por ele no cd de instalação do mac.


Após instalar o macports, abra um terminal e crie o arquivo ~/.profile com o comando :


sudo nano ~/.profile


Com o conteúdo :

export PATH=/opt/local/bin:/opt/local/sbin:$PATH
export DISPLAY=:0.0


Feito isso feche o terminal (Command + Q) e abra de novo.

O primeiro comando que você vai usar sempre que for instalar algo novo será :


sudo port -v selfupdate


O argumento "-v" liga o modo verbose do comando, e o selfupdate busca no site oficial por atualização dos pacotes, uma espécia de yum updade uo apt-get update.

Você pode buscar por um pacote no banco de dados de duas formas, manualmente , no diretório :

/opt/local/var/macports/sources/rsync.macports.org/release/ports/audio/

Ou usando o comando ports :


greyfoxII:~ root# port search gimp
gimp-app aqua/gimp-app 2.4.0 Gimp.app application bundle
macclipboard-gimp aqua/macclipboard-gimp 0.7 Gimp <-> Mac clipboard
macfile-gimp aqua/macfile-gimp 0.1 "Show in Finder" Gimp plugin
gimp graphics/gimp 2.4 The Gimp - Batteries Included
gimp-gap graphics/gimp-gap 2.2.2 The Gimp Animation Package.
gimp-jp2 graphics/gimp-jp2 0.1 Gimp JPEG 2000 plug-in.
gimp-lqr-plugin graphics/gimp-lqr-plugin 0.3.0-6 Liquid Rescale Gimp plug-in.
gimp-user-manual graphics/gimp-user-manual 0.13 A multilingual user manual for the Gimp (broken).
gimp2 graphics/gimp2 2.4.2 The GNU Image Manipulation Program
icns-gimp graphics/icns-gimp 0.1 Gimp file format plug-in for Macintosh icon files (.icns)
p5-gimp perl/p5-gimp 2.0 Gimp Extensions/Plug-ins/Load and Save-Handlers in perl
gimp-print print/gimp-print 4.2.7 Print Plugin & Ghostscript (and CUPS) Driver




Agora vamos instalar um pacote. Assim como o ports original e o emerge do gentoo, você pode customizar o processo de compilação incluindo ou desativando recursos, para verificar os recursos extras disponíveis para o pacote

Por exemplo para o PHP5 o comando seria :


greyfoxII:~ root# port -v variants php5
php5 has the variants:
universal
darwin_6
darwin_7
darwin_8
macosx
apache
apache2
fastcgi
imap
tidy
mssql
snmp
macports_snmp
mysql3
mysql4
mysql5
postgresql
sqlite
ipc
pcntl
pear
sockets: Add socket communication functions




Para instalar o nosso pacote com os recursos que queremos mostrando na tela os progressos durante a contrução dos binários , use o comando :


sudo port -v install php5 +apache2 +postgresql +sqlite



Para listar os programas instalos pelo ports :


port installed



Para atualizar basta usar os comandos :


port selfupdate



Veja os pacotes obsoletos com :



port outdated



Para atualizar um pacote :


port upgrade pacote



Para atualizar tudo :


port upgrade outdated




É isso, simples, estável e funciona, viva o macports.

PS: MACOSX é um sistema operacional fechado, que atenta a sua privacidade e sua liberdade. Use linux e seja livre ;-)





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Fedora 8 ,veja aqui o que vai pintar no próximo ubuntu



O título tá estranho mas comparando a lista de novos recursos do Fedora 8 e os novos fabulosos já manjados recursos do ubuntu gutsy esse título fará sentido para vc :)

Novos sabores :

Agora o fedora tem um liveCD para GAMERS !!! Que vem recheado dos melhores games livres que o SL pode produzir, dentre eles Quake 3 :) "I see fragged people"

Pra trabalhar ? Tem o fedora Developer, que já inclui Eclipse, Anjuta, git, cvs, lynx, emacs, um editor hexadecimal além de GCC, Inkscape, Koji, createrepo, mock, rpmdevtools, rpmlint etc...

Para estudar ? Fedora Eletronic LAB


PulseAudio :

Controle o volume de cada aplicativo de forma independente. Tem placa de som USB ? Sem problemas no fedora é hotplug amigão, igual no mac, e o melhor com BAIXA LATÊNCIA, lembra do Jack ? Esqueça-o , ele é obsoleto, Pulse audio trabalha da mesma forma conectanto entradas dos programs com a saída dos outros e o melhor, entre sistemas operacionais diferentes, linux ou não.


CodecBuddy :

Isso não é novidade, mas agora o gstreamer pode pegar novos plugins proprietarios sob demanda, chega de sofrer :)


Novo tema:

O novo tema chama-se nodoka, é feio , mas tem um papel de parede que muda de cor com o passar das horas, refletindo até mesmo seu humor :)


Novo firewall

Configuradores gráficos não são novidade nenhuma mas esse em questão é bem poderoso





Plugou imprimiu :

Assim como no novo ubuntu, configurar impressora é coisa do passado, plugou tá imprimindo.


Integração com bluetooh :

Chegou perto montou, medo ....


JAVA:

O java livre tinha partes binárias que atrapalhavam aqueles que queriam um sistema 100%, atrapalhava, a equipe da RedHat desenvolveu o IcedTEA justamente para substituir o que não era livre. Ou seja, mas liberdade pra quem quer ser livre.
Agora um plugin java livre é incluído no sistema junto com o browser.

ON-line Desktop:

Fedora sai na frente de novo e junto com a galera do gnome anuncia o Gnome Live Desktop :) Uma interface de integração de vários serviços on-line como flickr, delicious, lastfm, facebook e por ai vai.





Sistema social de recomendação de pacotes não é uma novidade, mas agora o fedora em e é ao vivo.

Sistema social de tradução de pacotes, ta usando e tá em ingles mande a tradução, fácil.

SysklogD ? É passado, veja o Rsyslog :

Transfere os logs pela rede de forma segura, análise em tempo real lhe permite agir antes do sistema dar crash...


Sem alarde e sem fazer barulho, sem contagens regressivas nem oba oba, "Menos pirueta mais resultado"(webmotiva) esse é o jeito Fedora de se fazer uma distribuição, inovando de verdade com desenvolvimento e código onde o bixo pega, no core.

Não usa fedora ? Ano que vem essas novidades chegam pra você, só esperar :)




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Lançado ubuntu 7.10 !!!



Na verdade não .... :)

Mas faltam 2 dias para o lançamento oficial da distribuição linux com maior capilaridade do momento.
Não vou fazer review da distribuição quando ela for lançada, já me antecipei ao lançamento pq TODOS os blogs do mundo, de outros mundos, e de universos paralelos vão falar martelar o assunto. Então confira com nenhuma exclusividade o que a distribuição linux mais aguardada de todos os tempo vai trazer de novidades (ou não).



Serão 4 versões oficiais, Ubuntu Server, Ubuntu Desktop, Kubuntu e Edubuntu, além das menos queridinhas xubuntu e ubuntustudio. E dentre as novidades estão :


Gnome 2.20 - O Desktop sensação da galera devido a sua usabilidade e localizações, ainda mais pesado do que nunca (eu testei, e depois migrei pro Ion3 :P). A usabilidade dessa versão é coisa de louco, tá quase chegando no mac, pra passar só falta o leopard ser lançado com nenhum dos 300 novos recursos prometidos pela apple no dia 26. E dalhe foresigth, distro ao qual sou um entusiasta e foi a primeira a vir com o gnome 2.20.

Compiz Fusion - Outra grande velha novidade é o uso do desktop 3d como padrão. São efeitos praticamente inúteis, salvo as transparências estratégicas, exposé e e visão de multiplos desktop... O resto é descartável, sério. Afinal qual é a utilidade de janelas saltarem para trás da que recebe foco ? Qual é a utilidade das janelas pegarem fogo ao serem fechadas ? Que tal um warp igual ao do startrek ao abrir uma janela ? Ou ainda empalidecer uma janela de um aplicativo travado ?
Antes do vista até dava pra dizer para impressionar os amigos... Hoje, infelizmente não dá.
Pra não desmerecer o trampo da galera, a distro acompanha um script que detecta se sua placa de vídeo suporta aceleração 3d... Ou seja, poucos serão os privilegiados que terão um desktop 3d funcional já no primeiro boot ...
As primeiras distros (das grandes) a suportarem frescuras padrões por padrão foram Fedora e Suse, nada de inovador ai.

Que morra o Beagle, ai vem o tracker ! Essa ferramenta eu aprovo, ele faz buscas como o google, mas nos seus arquivos pessoais, ao que parece é escrito em C/C++ (não posso afirmar), não tem executaveis .EXE nem DLLs no pacote como o beagle... Se ele for mais rápido que o beagle e não gaste 3 Gb com indexações como esse vira-lata faz com meu micro já virei fanboy !

Outra novidade que é novidade só pra quem usa ubuntu é o "Fast user switching", já presente no fedora 7 ( que tá com o pé na cova ) , e no suse desde...sempre :)

O firefox também ficou mais legal com o novo ubuntu, ele ganhou uma espécie de synaptic para os add-ons... Good !

Configuração dinâmica da resolução... não entendi, isso já funciona no próprio ubuntu desde sempre, qual é a novidade ?

Outra novidade do fundo do baú é uma interface gráfica para configurar o X, SIM !!! É isso mesmo !!! 12 anos atrás uma ferramenta desse tipo fez o fedora muito popular, acho que vai fazer o mesmo com o ubuntu :)
Tá , vou parar de zoar... Mas tirando as distros derivadas do debian, praticamente todas as familias já tinha ferramenta similar ou superior(yast).

Impressoras autoconfiguraveis, isso mesmo, vc espeta e imprime, não precisa pensar... talvez precise de algum neurônio pra clicar em print... não sei.
Realmente a compra do cups pela apple está trazendo grandes novidades ao projeto... Alias, no novo mac que sai dia 26/10 também virá com recurso similar.

Mais uma grande novidade apenas pra quem usa ubuntu é o recurso de instalar drivers proprietários automaticamente... Quando foi mesmo.... acho que era quando eu usava suse 8.x que ao tentar rodar qualquer programa 3d aparecia a janelinha pra instalar o driver da Nvidia.

Mais um novo recurso do arco da velha é o ntfs-3g, que lê e escreve em partições NTFS sem qualquer dificuldade, esse novo recurso já tem uns 2 anos, em outras distros.

O kernel traz recursos de economia de energia e uma alternativa ao SElinux, o apparmor. O apparmor fornece uma camada de proteção a mais contra malwarez (que nem existem) e rootkits... Preciso estudar mais sobre ele.

Outros recursos diversos são para a versão server, que tem profiles para cada tipo de servidor, web, mail, file etc... E melhorias no suporte ao LTSP.

Requerimentos mínimos:

Versão Desktop: Leitor de CD e 320 Mb de ram , processador i386/x86_64
Versão Server: Leitos de CD e 320 Mb de ram ,processadores i386/x86_64/sparc, isso mesmo SPARC, e nada de PPC afinal o processador Cell e os Power6 que equipam algum dos computadores mais rápidos da atualidade não precisam do ubuntu, pois já tem o redhat e o suse :)

Tá interessado ? baixe aqui : http://releases.ubuntu.com/releases/7.10/

Gostaram do meu non-preview ? Então corram ubuntistas ! façam seu download, e aproveitem tanto as antigas novidades quanto as novas, e não me venham pedir suporte depois, plz.









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Instalando AdobeFlex no fedora



Como vocês já devem ter percebido, estou investindo no meu lado webdesigner :) Primeiro foi a conversão para PHP, depois vieram as tags, integração com flickr, e agora até sistema de comentários.

Fiz imersões em ferramentas livres e também proprietárias. Tentei dominar o Flash MX, DreamWeaver, Freehand, mas uso de verdade apenas o vim , inkscape e gimp ... O que mais me confundiu no flash foi a lógica das timelines para sites dinâmicos inteiramente construídos em flash... Certamente as ferramentas do macromedia mx não servem pra isso, e uma das soluções foi a criação do flex.

Adobe Flex é um conjunto de ferramentas e bibliotecas pra criação de sites dinâmicos baseados em flash. A idéia é simples, você programa em MXML que é uma linguagem de marcação que depois é convertido em SWF (binário), e é lido pelo plugin flash do navegador.

Esse artigo vai explicar passo a passo a instalação do Flex Builder no fedora 7.

Primeiro passo : Obtendo o flexbuilder

O flex builder é gratuito, e as especificações são abertas (mas não é software livre) , e você pode obter uma cópia em :

https://www.adobe.com/cfusion/tdrc/index.cfm?product=flex

Será necessário um cadastro.

Segundo Passo : Instalando o eclipse

No fedora basta digitar no terminal :

yum install eclipse-platform

Fedora rulz :)

Terceiro Passo : Instalando o flex

Abra um terminal, e como root , no mesmo diretório do arquivo flexbuilder_linux_install_a1_100207.bin digite :

sh flexbuilder_linux_install_a1_100207.bin

Essa é a cara do instalador:



Aceite os termos, e lembre-se não é software livre !




Escolha o local de instalação (eu escolhi /opt/)




Diga ao instalador onde o eclipse está instalado ( no fedora normalmente está em /usr/lib/eclipse/)




Um erro ocorreu, dizendo que não encontrou o eclipse 3.3, de fato, no fedora 7 o eclipse é o 3.2.2... Cliquei em "Proced with Caution", e a instação seguiu.

Instale a versão do plugin flash com debugger ativado :






Agora feche o browser e aprecie a tela de resumo :





E pronto, sua instalação está completa :)

Mas a aventura está apenas começando :P




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Por que o linux não domina o desktop ?



Na integra um reply de um post meu na lista do metareciclagem sobre o haiku:

Em Sex, 2007-09-28 às 18:06 -0300, Daniel Cabral Santos escreveu:
> A crítica técnica ao Linux reviveu um incômodo meu muito antigo com o
> pinguím...o que os mais sábios da lista podem dizer?
>
> http://www.guiadohardware.net/dicas/haiku.html
> _

Essa matéria tem erros :

Ubuntu não é sistema operacional é distribuição linux
PC-BSD não é sistema operacional é distribuição FreeBSD

Mac OS X não foi criado do zero, ele é baseado no NeXT Step (Interface do WindowMaker).

O Mac OS X não é totalmente fechado TODA sua base e compiladores são BSD(livre) e GPL, de proprietário mesmo é sua interface grafica e firulas que se vc quiser pode trocar pelo Xorg e usar um KDE.(inclusive com Compiz-Fusion)

MAC OS X não é hardware é software, nos computadores MAC a arquitetura é aberta como a de um PC , com a diferença que eles usam OpenFirmware (usado no OLPC também) no lugar da BIOS que é um lixo.

Na minha opinião, o cara se perdeu tentando justificar as razões que levaram à criação do Haiku mas não falou quase nada do sistema...

Em meados da decada de 90 a apple tava quebrando, o windows 95 tava bombando e o sistema MAC OS era muito ruim e feio. A situação tava tão crítica que dentro da apple existiam duas equipes rivais trabalhando no novo MAC OS competindo para não serem demitidas e sem acordos... Um novo gerente de projetos foi contratado pra escolher o melhor de cada solução mas secretamente a briga continuava... estavam todos perdidos.

A solução foi buscar uma solução fora da apple, um ex-funcionário (se não me engano) da apple estava trabalhando num sistema novo chamado BeOS e esse sistema tinha grandes chances de substituir a caca do MAC OS 8...

Mas um outro ex-funcionário (Steve Jobs) da apple também tinha um outro sistema operacional, baseado em Unix, que se chamava NexTStep, e que apesar de ser pior que o BeOS foi escolhido pela apple e no futuro se tornou o Mac OS X.

Com a escolha do NexT , só restou ao BeOS competir com o windows e o Mac OS 9 (Uma das equipes foi demitida e o OS 9 bombou junto dos imacs coloridos).. Preciso falar que ele não teve chance ?

Porém apesar do sistema rodar bem tanto em Macs quanto em PCs a falta de aplicativos matadores fez ele murchar, mas mesmo assim sua interface inovadora (com abas na barra de título, o KDE imitou direitinho), e um sistema muito parecido com o mac em termos de facilidade de uso e tals. Soma-se a isso a versatilidade do sistema em ambientes multimídia, com baixa latência um gerenciador de audio tipo Jack etc...

No fim a ultima tentativa da Be foi distribuir o sistema como puddle do windows, que rodava numa imagem de 512 Mb sem precisar particionar... Pra instalar no HD de verdade só com a versão full que era cara...

O haiku veio justamente das ameaças da PALM ao time que tava fazendo engenharia reversa,e a partir dai a galera desencanou de imitar e passou a fazer melhor... Inclusive tinha 3 brasileiros (chegou a 90 após uma matéria na revista do linux) no time que estava programando o file-system.

Haiku é bem vindo, melhor seria se tivesse compatibilidade binária com o linux como o freebsd têm... Na minha opinião o maior avanço deles nos ultimos tempos foi portar o gcc para o sistema (até então eles usavam o do BeOS), agora só falta o Xorg (se já não o fizeram)

Aproveitando, passei um tempo longe do linux, minhas maiores birras com o pinguim são :

Sistemas de pacotes (deb/RPM/tgz): Pra servidor serve, pra desktop não.
Solução: PC-BSD (FreeBSD)

Drivers: Recompilar os drivers para cada novo release do kernel seria o ideal se os fabricantes de hardware soltassem os fontes, mas infelizmente eles não querem ou não podem fazer isso. Solução, a novell fez uma camada no kernel que trata os drivers todos da mesma forma, não importa a versão do kernel nem do driver, pra mim a maior melhoria no kernel desde o suporte à modulos :) Isso vai estimular a criação de drivers pelos fabricantes de hardware, afinal terá que fazer apenas uma vez para todas as distros.

Sistema operacional voltado para supercomputadores: Sim, o linux é projetado para computadores de grande porte, desde o gerenciamento de RAM até o tratamento de multiplos processadores. O problema é que apesar do linux ser hiper eficiente em sistema de 256 processadores ele ainda apanha com 2 processadores, com uma alta latência e muita burocracia interna que faz o linux levar pau do haiku/mac/windows no quesito multimídia em tempo real. Esse problema não tem solução, quem banca o desenvolvimento do kernel do linux são grandes corporações como IBM, SONY, NOVELL, RedHat... E seus interesse são para sistemas de grande porte não desktop.

Heterogenidade das bibliotecas gráficas, não sei se isso é bom ou ruim, mas vamos pensar um pouco, um bom desktop linux tem que ter :

Gajim (instant mensseger) pyGTK
F-Spot (fotos) mono
Azureus (bittorrent) java/SWT/AWT/SWING
amarok (musica) QT
Firefox (browser) GTK/java/sei lá o que
OpenOffice (office) Java/Python/Sei lá fí
amule (edonkey) wxGTK
aMSN (msn) tk/tcl

Enfim, cada programa usa bibliotecas diferentes que ocupam disco e RAM, se todos fossem QT ou GTK daria pra rodar linux em sistemas bem mais leves em bem menos disco... Por outro lado menos aplicações seriam escritas, afinal cadê a liberdade ?

Finalizando, uso linux como desktop mas sou infeliz com ele por esses e outros motivos... Eu achei que com a entrada da canonical ela bancaria uma equipe para resolver esses problemas e não apenas tapear o usuário com firulas (que já estão no redhat/mandrake e suse a pelo menos 8 anos)... Quem sabe com a entrada da Microsoft no mercado linux ela banque uma dúzia de Kolivas pra botar o linux no páreo.

Bom, para cada uma das minhas críticas existem patchs ou soluções + ou - viáveis, mas elas normalmente não trabalham juntas e são remendos não uma solução.


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Novos ipods não funcionam com linux



Bem, os antigos também nunca funcionaram direito... Escrevi um coment no br-linux sobre o assunto, é um desabafo... E aposto que esse comentário será linxado pelos experts que nunca viram um ipod e nunca usaram um itunes.

Tenho um ipod video e sofro dia após dia com as alternativas ao iTunes que simplesmente não são completas.

Um transfere e sicroniza mas não toca, o outro toca , transfere mas não sincroniza, o outro sycroniza audio mas adiciona as capas , tem programa pra sincronizar fotos mas não tageia e nem gerencia albuns, e pra vídeo não existe alternativa seja livre ou não.

Depois que a apple lançou o iphone ela atualizou o itunes e a forma como ele grava os bancos de dados dentro do ipod e realmente esse novo formato não é compativel com praticamente nenhum software que não o itunes, provavelmente o novo ipod touch só aceita esse novo formato. Mas mesmo antes desse novo formato nenhum programa fazia o trabalho direito, então esse papo de "questão de um mês" não me anima, afinal o ipod tá ai desde 2001 e até hoje não existe 1 único programa livre que simplesmente sincroniza o ipod fullduplex (ipod sincroniza com a biblioteca, biblioteca sincroniza com as infos do ipod).

Tem vários gerenciadores de ipod como yamipod, gtkpod e floola, mas os jukebox, banshee, amarok, rythmnbox, songbird só sincronizam da biblioteca (e nada de smartplaylists) para o ipod ignorando o que o user alterou no ipod.

É um trabalho do cão, eu não suporto mono mas fui aprender pra colaborar com o banshee, mas entender na base da tentativa e erro e no chutão como o ipod trabalha internamente é tarefa ingrata, complicada...E como todos vão focar no novo brinquedo, essa tarefa nunca será completa para as versões antigas.

Acreditem, o ipod não é um mp4 com 160gb de HD, o legal dele são as playlists programaveis, ratings, playcounts, comments, tags... No linux hoje o suporte ao ipod é o mesmo que temos nesses mp3 players comuns, apenas gravamos os arquivos e tocamos.


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Guia do Desktop Redondo - Fedora 7 - VI



Com esses passos já temos um desktop fedora redondo, ficam faltando alguns fine-tunings pra melhorar o desempenho e liberar HD, mas isso deixo para uma futura parte II.

O fedora apesar de tudo é um ótimo sistema, tanto usuários novatos quanto avançados conseguem tirar o máximo do sistema. Esse tutorial meio que cumpre o papel que o automatix tem no ubuntu, estou com vontade de colocar todos esses programas em rpm em algum repositório yum por ai, isso facilitaria bastante.

Enquanto isso não acontece, tirem suas dúvidas e façam sugestões por aqui mesmo ou no meu email.

Referências:

http://optics.csufresno.edu/~kriehn/fedora/fedora_files/f7/f7.html
http://www.howtoforge.com/the_perfect_desktop_fedora7
http://www.liquuid.net
http://rpms.livna.org
http://www.google.com/linuxrepositories/yum.html
http://www.liquuid.net/fedora/
http://moonshine.freshrpms.net/
http://www.kompozer.net/



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Guia do Desktop Redondo - Fedora 7 - V



Programas diversos

Eu poderia falar pra você abrir Aplicações > Adcionar/Remover programas, e em uma lista com 5000 itens te forçar a marcar alguns, mas eu sou prático. Abra o terminal entre como root e dê o seguinte comando :

yum install amarok amarok-visualisation amule audacity azureus banshee bluefish compat-libstdc++-33 dvdrip f-spot ffmpeg inkscape qemu gftp gnomebaker gnucash gstreamer-plugins* gtkpod k3b kdewebdev kino lame libdvdcss libXp mandvd mjpegtools mplayer* ntfs-config scribus thunderbird vlc xchat xchat-gnome xine* xinetd xmms*

Flash 9

Abra o firefox em algum site feito em flash, siga as instruções do firefox, não tem segredo.

Fontes Microsoft

Abra o terminal, e como root digite :

rpm -ivh http://easylinux.info/uploads/msttcorefonts-1.3-4.noarch.rpm.

Realplayer

O realplayer é um mal nescessário, só ele roda alguns vídeos internet a fora, não tem como fugir, corra em http://www.real.com/linux/, mas não clique no grande botão amarelo, vá no pequeno link escrito RedHat package e instale.

Acrobat Reader

Visite, http://www.adobe.com/products/acrobat/readstep2_allversions.html , não tem segredo

Codecs

No terminal digite , como root :

wget ftp://mplayerhq.hu/MPlayer/releases/codecs/all-20061022.tar.bz2
tar xjf all-20061022.tar.bz2
mkdir /usr/lib/win32
mv all-20061022/* /usr/lib/win32
rm -fr all-20061022*

Skype

Não tem segredo também, dirija-se ao site oficial :

http://www.skype.com/download/skype/linux/

Opera

Opera é um grande navegador, gosto muito dele apesar de reconhecer a força do firefox, pra instalar vá em :

http://www.opera.com/download/

E siga as instruções.

Google Earth

O programa é legal, mas a versão linux parece com a versão windows via wine, em todo caso :

cd /tmp
wget http://dl.google.com/earth/GE4/GoogleEarthLinux.bin
sh GoogleEarthLinux.bin

Siga as instruções do instalador.

Picasa

Eu não uso não mas tem gente que não vive sem, pra instalar vá no terminal como root e digite :

yum install picasa

NVU

NVU é um programa complicado, ele passa por momentos difíceis e está bem bugado atualmente, ainda tem um rolo com o time da linspire, por isso o time do fedora não suporta essa aplicação. Um grupo de desenvolvedores fizeram um fork chamado de kompoze, e é ele que vamos instalar , como root digite no terminal:

rpm -ivh http://ovh.dl.sourceforge.net/sourceforge/kompozer/kompozer-0.7.10-i386.rpm


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Guia do Desktop Redondo - Fedora 7 - IV



Preliminares

Estou assumindo que você já configurou a rede e sua conexão de internet, durante a instalação, se não o fez, chegou a hora (Sistema > Administração > Rede).

Com o sistema instalado você deve atualizar o sistema, mas antes quero te apresentar seu mais novo melhor amigo, o terminal :)

Vá em Aplicações > Ferramentas de Sistema > Terminal

Será a partir desse prompt de comandos que vamos configurar seu desktop e quem sabe deixa-lo redondo. Na pratica quase tudo que será apresentado nesse tutorial dispensa o uso do terminal, o fedora é bem amigavel. O problema é que eu não posso "digitar" onde você deve clicar, mas posso digitar o que você deve escrever no terminal.

Quase todos os comandos que vamos utilizar devem ser executados pelo usuário administrador (root), para isso, no terminal digite :

su -

E digite a senha escolhida durante a instalação.

Atualizando com o YUM

O yum é o gerenciador de pacotes rpm, ele busca na internet (ou localmente) pelos programas e as dependências a serem instaladas. Ele também pode atualizar seu sistema automaticamente, que é o que vamos fazer agora, com o seguinte comando :

yum -y update

Esse processo pode demorar horas, ou dias dependendo da velocidade de sua conexão de internet. Espere ele terminar ou as coisas podem dar erradas no futuro.

Adicionando repositórios

O fedora possui uma ampla e vasta coleção de pacotes livres, mas alguns softwares fundamentais para um desktop redondo não o são. Não ser livre significa que o código fonte não está disponível ou que o software é protegido por patentes o que é um problema para os desenvolvedores do fedora, afinal eles podem ser acusados por pirataria de software.

Para suprir essa demanda existem vários outros repositórios pela internet, como o freshrpms , livna, rpmforge etc...

O primeiro repositório que vamos instalar é o rpm.livna.org, como root digite :

rpm -ivh http://rpm.livna.org/livna-release-7.rpm

Outro importante é o google, para isso copie e cole no terminal, como root :

cat > /etc/yum.repos.d/google.repo <<"EOF"
[google]
name=Google - i386
baseurl=http://dl.google.com/linux/rpm/stable/i386
enabled=1
gpgcheck=
EOF
Um repositório pequeno mas recomendado é o do liquuid, digite como root :

rpm -ivh http://www.liquuid.net/fedora/liquuid-release-7-0.noarch.rpm




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Guia do Desktop Redondo - Fedora 7 - III



A instalação do sistema não será profundamente discutido por aqui, você pode personalizar a instalação como quiser, mas leve em consideração as seguintes recomendações:

* Após inserir a mídia para fazer a instalação não interrompa o processo de verificação do disco, muitos dos problemas reportados por usuários fedora em geral estão relacionados a problemas com a mídia.

* Quando o sistema de instalação perguntar sobre o perfil de usuário, Software Development, Office and Productivity ou Web Server, marque a opção Office and Productivity. Na mesma tela marque a caixa Customize Now para escolher por pacotes individualmente.

* Marque as categorias abaixo, e desmarque todos as outras categorias.
* GNOME Desktop Environment
* Authoring and Publishing
* Editors
* Engineering and Scientific
* Games and Entertainment
* Graphical Internet
* Graphics
* Office/Productivity
* Sound and Video
* Text-based Internet
* Development Libraries
* Development Tools
* Printing Support
* Administration Tools
* Base
* Dial-up Networking Support
* Hardware Support
* Java
* System Tools
* X Window System

Após a instalação, logo no primeiro reboot o sistema vai fazer algumas perguntas para completar o processo, algumas merecem nossa atenção :

* Firewall, deve estar ativado (enabled), desmarque todas as opções, se precisar habilite o ssh por exemplo, pode ser útil.

* SELinux, reforça a segurança do sistema mas para o nosso objetivo que é um desktop vai atrapalhar, desligue. (Disabled)


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Guia do Desktop Redondo - Fedora 7 - II



Ao meu ver um desktop redondo tem que ter os seguintes programas instalados:

Graficos:

* GIMP - Tratamento de imagens, tipo Adobe Photoshop
* Inkscape - Desenho vetorial
* F-Spot - Organização de fotografias digitais, similar ao iPhoto e Picasa
* Google Picasa - Organização de fotografias digitais, similar ao iPhoto

Internet:

* Firefox
* Opera
* Flash 9
* gFTP - Cliente FTP
* Thunderbird - Email
* Evolution - Email, calendário, lagenda, organizador pessoal
* aMule - troca de arquivos P2P
* Azureus - Cliente Bittorrent
* Pidgin - Antigo Gaim, similar ao MSN
* Skype - Voip
* Google Earth
* Xchat - IRC

Office:

* OpenOffice Writer - Similar ao Microsoft Word
* OpenOffice Calc - Similar ao Microsoft Excel
* Adobe Reader
* GnuCash - Similar ao Quicken
* Scribus - Similar ao Pagemaker

Programação:

* Nvu- Editor HTML WYSIWYG similar ao Macromedia Dreamweaver
* Bluefish - Editor para programação em linguagens de marcação
* Quanta Plus - Editor HTML WYSIWYG

Som & Video:

* Amarok - Similar ao iTunes
* Audacity - Editor de áudio
* Banshee - Similar ao iTunes
* MPlayer - Toca tudo
* Rhythmbox Music Player - Similar ao iTunes
* gtkPod - Sincroniza com iPod's da Apple
* XMMS - Similar ao Winamp
* dvd::rip - Faz cópias de segurança dos DVDs que você aluga
* Kino - Captura videos de filmadoras DVD, e faz cortes secos
* Sound Juicer CD Extractor - Faz cópias de segurança de CDs emprestados
* VLC Media Player - media player
* Real Player
* Totem - media player (video/audio)
* Xine - media player
* GnomeBaker - Gravador de CD/DVD
* K3B - Gravador de CD/DVD
* Codecs em geral

Outros

* Qemu - Emula outro computador dentro do seu
* Fontes TrueType
* Java
* Suporte NTFS - Leitura e escrita



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Guia do Desktop Redondo - Fedora 7 - I



Estou escrevendo um artigo para o vivaolinux sobre a configuração e uso do fedora no cotidiano. Em paralelo vou postar o que estiver pronto por aqui :)

Intro

Fedora 7 já está velhinho, estamos perto do lançamento do Fedora 8, mas mesmo assim a distribuição ainda vale a pena.

Objetivo

Esse guia não visa mostrar a superioridade do fedora sobre as outras distribuições, mas assim uma referência para quem tem curiosidade em trocar de distribuição (ou SO) mas não sente segurança.

Contexto histórico

Como toda boa distribuição linux, o fedora tem suas limitações (não aredite em distribuições aclamada perfeitas ou universais), essas limitações justificam a baixa popularidade da distribuição nos tempos atuais.

Em 94, surgiu o RedHat linux, a primeira distribuição linux para não hackers, com uma instalação gráfica e automatizada logo caiu no gosto de todos os 4 ou 5 usuários linux na época :) Brincadeiras a parte, RedHat foi muito popular no seu tempo, tanto que ao se referir ao do linux revistas especializadas o colocavam como única opção. Com o tempo empresas passaram a ver o linux com bons olhos, e a redhat como toda boa empresa especializou seu linux para as workstations corporativas. A redhat sempre viveu da venda de serviços e suporte, e com essa grana bancou o desenvolvimento do kernel, GNOME, entre várias outras aplicações livres (alias, banca muita gente até hoje).

O problema nessa relação entre a empresa RedHat e os desenvolvedores é que eles eram pagos para desenvolver sob o ponto de vista do produto que era entregue as empresas que contratavam a RedHat. Isso significou que apesar do Kernel do linux ganhar suporte a mais de 256 processadores e 64 Gb de RAM ele ainda não era capaz de tratar aplicações típicas de um desktop com o devido carinho (baixa latência).

O tempo foi passando e várias distribuições derivadas do redhat ganharam o desktop doméstico (mandrake, conectiva...), com uma inicialização menos burocrática, paineis de controle simplificados, e um sistema como um todo mais leve marcaram o início da decadência do RedHat no desktop.

Para a RedHat o usuário doméstico nunca foi o foco, e além de não ajudar em nada nos ganhos financeiros da empresa ainda podiam se tornar fonte de ações judiciais. Outro ponto negativo de suportar usuários domésticos ,é a constante demanda por novas versões da distribuição o que não acontece normalmente em empresas, alias, as empresas preferem um ciclo de vida mais longo para seus sistemas operacionais. Só pra se ter uma idéia, o ciclo de vida médio do RedHat era de 6 meses enquanto o do Debian gira em torno de 18 meses. Para uma empresa a substituição do SO de todo o parque a cada 6 meses gera um custo que eles não estão dispostos a pagar.

Baseado em todos os problemas que o usuário doméstico trazia aos seus negócios em 2003 a RedHat abandonou os usuários domésticos do RedHat passando a suportar oficialmente apenas o RedHat Entreprise Linux. Para cuidar dos orfãos do RedHat, a empresa criou uma espécie de fundação e banca sua infra estrutura, e essa fundação é quem coordena o desenvolvimento do fedora junto à comunidade.

Ou seja, o fedora é base para o desenvolvimento do RedHat Enterprise Linux, alguns dizem que ele é seu beta. Ignore esses faladores com rancor no coração, o Fedora é estável, e ao mesmo tempo inclui em sua distribuição as versões mais recentes dos aplicativos. Enquanto normalmente nas distribuições os aplicativos só são upgradeados a cada ciclo, o fedora o faz entre um lançamento e outro. Ou seja, com o passar do tempo sua distribuição sempre estará atualizada com o que há de mais novo, no final do ciclo de vida de uma versão ela será muito parecida com a nova.

Essa característica de ser uma distribuição atual mas ao mesmo estável é o que faz com que o fedora ainda tenha alguns poucos usuários, como eu. Já o que afasta os novos usuários é a falta de uma boa campanha marketing, como a que a Novell-SuSE fez em 2004 mandando DVDs de instalação gratuitamente aos interessados ou mesmo como a do *buntu e sua ativa comunidade. Outro ponto negativo do fedora é a sua herança de desktop corporativo que entopem a sua instalação com serviços de rede pesados e incovenientes que uma máquina doméstica jamais vai usar, o *buntu faz justamente o contrário, tirando tudo que não interessa ao desktop.


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Minha experiência com o Hackintel



Nesse episódio narro parte da queda do linux como sistema soberano em minha casa e se vale ou não a pena comprar um mac de verdade.

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Disquete universal para boot via rede em linux



Disquete universal do reino de deus é uma imagem de disquete de origem desconhecida que boota boa parte das placas de rede do mundo :) Baixe em : LTSP/disquete_universal.dsk


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Problemas com o superblock do ext2



logo após mandar o email sobre como des-deletar arquivos, uma amigo chegou com um caso intrigante de uma partição ext3 de 300Gb que não montava... sintomas :

Ao tentar montar o erro:

The superblock could not be read or does not describe a correct ext2
filesystem.  If the device is valid and it really contains an ext2
filesystem (and not swap or ufs or something else), then the superblock
is corrupt, and you might try running e2fsck with an alternate superblock:
    e2fsck -b 8193 
E no dmesg a desanimadora mensagem :

EXT3-fs: unsupported inode size: 0

Ao tentar passar o fsck.ext3 manualmente mais um balde de água fria :

Floating point exception

Esses problemas podem ser um clássico problema de superbloco corrompido... O superbloco pode ser visto à groço modo como um mapa do sistema, mas felizmente tá vários backups dele pelo sistema, e é essa estratégia pra recuperar a partição :)

O comando é :

fsck.ext3 -C -y -b  /dev/

O "-C" é para aparecer a barrinha enchendo, o y é para responder Sim para todas as perguntas, o "-b " é para passar o endereço do superbloco alternativo, que muda dependendo do tamanho da partição, olha ai os endereços:

Bloco-mínimo da partição endereço

1k 8193
2k 16384
4k 32768
É só substituir que funciona, no caso da partição de 300Gb o comando foi :

fsck.ext3 -C -y -b 32768  /dev/




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Recuperando dados deletados de uma partição reiserfs



Assunto delicado, perder um dado importante ou todos os dados de uma partição ou uma partição inteira é como um incêndio na casa de um geek.... Eu mesmo já surtei inúmeras vezes nessa lista por ter perdido partições inteiras ao instalar uma distro nova (Conectiva 7 e depois nunca mais usei conectiva), ao dar um comando errado na hora errada na partição certa ou por falha de disco.... alias meu HD aqui já tem 3 anos......
Bom Após passar 2 semanas puxando um game de playstation ( Valkyrie Profile= RPG ambientado nas culturas nórdicas, asgard, odim, vicking e tals...) para curtir nas férias, hoje finalmente o jogo veio ! Tava puxando por bittorrent e no ápice do meu egoísmo, fui deletar o torrent para não fazer mais upload |:-> mas cai na pegadinha do tab-completion do shell que completou com o arquivo rar em vez do torrent X-(
Digamos que nenhuma política de backup poderia ter me salvado dessa tragédia...
Então vou descrever aqui como recuperar dados deletados de uma partição reiserfs incluindo os passos que dei para recuperar meus dados :)

Lascou-se ! Tudo deu errado ! Deletou tudo ! TIRE SEU MICRO DA TOMADA IMEDIATAMENTE, isso ai puxe o fio ! Não dê shutdown !
Parece loucura, afinal , tirar o micro da tomada não é nenhum procedimento técnico não é mesmo ? Mas isso impede que o sistema operacional grave arquivos no disco... Ao deletar um arquivo na verdade o sistema operacional apenas realoca seu espaço ocupado para novos arquivos, se por um acaso o SO gravar um novo arquivo ele pode sobre-escrever seu precioso arquivo com algum arquivo temporário ou um importante log do sistema :-/

Muita calma nessa hora o computador está desligado, seu arquivo está seguro ! Para religar todo cuidado é pouco, um erro e todos seus arquivos deletados podem ir para o limbo ! Será nescessário religar seu sistema em modo reparo com as partições em RO (read-only), como fazer ?
Se vc usa lilo/yaboot, dê um tab no prompt descubra o nome do Label do seu sistema e acrescente "ro init=/bin/bash", por exemplo :

Linux ro init=/bin/bash

Se vc usa grub, no menu de opções aperte "e" no item que corresponde a sua distro, "e" na linha do kernel e adicione "ro init=/bin/bash no final.... então aperte ESC e b para bootar.

Isso vai fazer com que o sistema monte a partição root em modo ro e vai iniciar o processo bash como processo número 1 no lugar do init.... Pode acontecer do diretório dev não ser populado ou seja não será possível montar outras partições se nescessário... se isso acontecer, vc deve remontar a partição / para leitura e escrita (mount -o rw,remount /) e rodar o comando udevstart (ou devfsd para quem usa sistemas antigos como debian sarge desatualizado e etc...) e rezar para dar certo.

Se tudo der errado, a única forma é iniciar o sistema no runlevel 1 , mas isso pode ser uma péssima idéia em algumas distros... várias delas escrevem no disco antes de entrar em modo de manutenção, entre elas : Fedora, Ubuntu, gentoo... deve haver uma porção delas por ai... Tenho quase certeza que slackware e debian não o fazem.

Na distro em questão (gentoo) isso ocorreu, o sistema escreveu no disco e não foi pouco : as consequencias serão descritas no final.....

Bom com o sistema montado em ro e com o bash em mãos é hora de agir ! O sistema de arquivos reiserfs peca por não ter uma ferramenta para recuperar arquivos deletados.... ou pior se ela existe não é livre (várias ferramentas de sistema do reiserfs não são livres....), mas tem uma gambiarra que funciona bem....É o comando reiserfsck !

Use :

reiserfsck --rebuild-tree -S /dev/PARTICAO

Esse comando vai buscar por todos os arquivos e diretórios e vestígios dos mesmos na partição e vai criar um diretório chamado "lost+found" no topo da partição...
dentro desse diretório vc vai encontrar uma porção de arquivos cujo o nome são apenas números... no meu caso tive que procurar por um arquivo grande, e achei, depois para confirmar usei o programa "file" para identificar o conteúdo ,tá lá ! Arquivo RAR na cabeça, então foi só renomear....
Tive a sorte de ser um arquivo grande , fácil de identificar... mas e se fosse um arquivo pequeno ? Bem mais complicado, não tem jeito é garimpar até achar.... No caso de diretórios inteiros ou partições a sistuação é mais grave, todos eles vão ter números como nomes e muitas vezes arquivos aparecem fora de seus diretórios .... uma zona.

Bom, e como meu sistema inicializou em init 1 e escreveu no disco não deu outra, ele corrompeu partes do meu arquivo e só pude recuperar 30% do meu arquivo original, bom melhor que nada :-/


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Como transformar uma estação linux em um hub



Grande analyser mandou muito bem nesse artigo de como tranformar uma máquina linux em um switch(hub) : http://analyx.ath.cx:8080/projs/tutos/switch.htm


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